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Publicado em: 21/06/2019

A fé testemunhada pelas ruas da cidade

Mais de 50 mil pessoas acompanharam a procissão

 
O bispo dom Sergio carrega Jesus Eucarístico pelas ruas da cidade O bispo dom Sergio carrega Jesus Eucarístico pelas ruas da cidade | Crédito:

      Vencer o comodismo e assumir a fé. Mistério central da fé católica, a Eucaristia é celebrada na solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, Corpus Christi. A procissão realizada pelos fiéis é uma forma de testemunharem aquilo que acreditam e celebra. E em Ponta Grossa, esse testemunho cresce e emociona a cada ano mais. São religiosos, famílias inteiras, casais, mulheres, homens, jovens e crianças. Pessoas que vencem obstáculos até físicos para se fazer presente no louvor a Jesus e se unirem aos mais de 50 mil fiéis que percorreram os 3,5  quilômetros do Asilo São Vicente de Paulo, na Rua Júlia de Castilhos, ao Parque Ambiental Manoel Ribas, na Benjamin Constant.

      O bispo dom Sergio Arthur Braschi carrega o ostensório com o Corpo de Cristo, escoltado por soldados do 13º Batalhão de Infantaria Blindada, que fazem a guarda de honra, seguido por sacerdotes, acólitos, coroinhas, ministros da Eucaristia, seminaristas, integrantes da Liga Católica, da Legião de Maria e gente do povo. Gente como dona Helena de Brito, de 93 anos, moradora da rua General Carneiro, no centro, que fez acompanhou a procissão de cadeira de rodas. “Eu sou católica praticante. Vinha já com minha mãe e só deixo de acompanhar quando chove”, dizia com a voz muito baixa e trêmula. Sua cuidadora, Miriam Rentz,  frequenta a Paróquia Espírito Santo, na Colônia Dona Luíza. “Como eu também sou católica faço questão de traze-la. Ela vai às missas, levada pela filha, na  igreja dos Polacos e na (Paróquia) São José, toda a semana”, contou.

       Com o tema ‘Eucaristia e missão. Ele está no meio de nós’, a procissão teve como gesto concreto este ano a doação de toucas, luvas, meias, cobertores, cachecóis e blusas, que serão encaminhados para moradores em situação de rua, atendidos pelos Projeto Médicos de Rua,  pela Casa do Menor Irmãos Cavanis, Vicentinos e Comunidade Deus Pai. Lurdes Murchinski fez questão de levar, além de roupas de inverno, um quilo de alimento. “Acho muito importante doar, ajudar quem precisa. Sempre trago alguma coisa nesses quinze anos que venho à procissão. Acompanho deste ponto até o final porque minha saúde não permite fazer todo o trajeto”, esclarecia, ela que mora na rua Balduíno Taques e segue a procissão a partir da esquina com a avenida Vicente Machado.  

      Dom Sergio elogiou a beleza, o cuidado e a criatividade na ornamentação dos tapetes, falando dos temas explorados pelas diferentes paróquias. “Enquanto caminhava sendo levado por Jesus, vim abençoando cada rua, cada esquina, cada casa, cada prédio e todas as pessoas que ali moram ou trabalham”. O bispo comentou sobre os quatro pilares da novas diretrizes da ação evangelizadora: Palavra, Pão, Caridade e Missão, esses últimos diretamente ligados a solenidade de Corpus Christi, quando orientam a crença na presença de Jesus na Eucaristia e também no irmão, e, a necessidade de vencer o medo e a insegurança e sair pelas estradas falando de Jesus. “Eu vos abençoo e envio à missão porque Ele está no meio de nós”, finalizou dom Sergio. 


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Publicado em: 21/06/2019

A fé testemunhada pelas ruas da cidade

Mais de 50 mil pessoas acompanharam a procissão

 

      Vencer o comodismo e assumir a fé. Mistério central da fé católica, a Eucaristia é celebrada na solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, Corpus Christi. A procissão realizada pelos fiéis é uma forma de testemunharem aquilo que acreditam e celebra. E em Ponta Grossa, esse testemunho cresce e emociona a cada ano mais. São religiosos, famílias inteiras, casais, mulheres, homens, jovens e crianças. Pessoas que vencem obstáculos até físicos para se fazer presente no louvor a Jesus e se unirem aos mais de 50 mil fiéis que percorreram os 3,5  quilômetros do Asilo São Vicente de Paulo, na Rua Júlia de Castilhos, ao Parque Ambiental Manoel Ribas, na Benjamin Constant.

      O bispo dom Sergio Arthur Braschi carrega o ostensório com o Corpo de Cristo, escoltado por soldados do 13º Batalhão de Infantaria Blindada, que fazem a guarda de honra, seguido por sacerdotes, acólitos, coroinhas, ministros da Eucaristia, seminaristas, integrantes da Liga Católica, da Legião de Maria e gente do povo. Gente como dona Helena de Brito, de 93 anos, moradora da rua General Carneiro, no centro, que fez acompanhou a procissão de cadeira de rodas. “Eu sou católica praticante. Vinha já com minha mãe e só deixo de acompanhar quando chove”, dizia com a voz muito baixa e trêmula. Sua cuidadora, Miriam Rentz,  frequenta a Paróquia Espírito Santo, na Colônia Dona Luíza. “Como eu também sou católica faço questão de traze-la. Ela vai às missas, levada pela filha, na  igreja dos Polacos e na (Paróquia) São José, toda a semana”, contou.

       Com o tema ‘Eucaristia e missão. Ele está no meio de nós’, a procissão teve como gesto concreto este ano a doação de toucas, luvas, meias, cobertores, cachecóis e blusas, que serão encaminhados para moradores em situação de rua, atendidos pelos Projeto Médicos de Rua,  pela Casa do Menor Irmãos Cavanis, Vicentinos e Comunidade Deus Pai. Lurdes Murchinski fez questão de levar, além de roupas de inverno, um quilo de alimento. “Acho muito importante doar, ajudar quem precisa. Sempre trago alguma coisa nesses quinze anos que venho à procissão. Acompanho deste ponto até o final porque minha saúde não permite fazer todo o trajeto”, esclarecia, ela que mora na rua Balduíno Taques e segue a procissão a partir da esquina com a avenida Vicente Machado.  

      Dom Sergio elogiou a beleza, o cuidado e a criatividade na ornamentação dos tapetes, falando dos temas explorados pelas diferentes paróquias. “Enquanto caminhava sendo levado por Jesus, vim abençoando cada rua, cada esquina, cada casa, cada prédio e todas as pessoas que ali moram ou trabalham”. O bispo comentou sobre os quatro pilares da novas diretrizes da ação evangelizadora: Palavra, Pão, Caridade e Missão, esses últimos diretamente ligados a solenidade de Corpus Christi, quando orientam a crença na presença de Jesus na Eucaristia e também no irmão, e, a necessidade de vencer o medo e a insegurança e sair pelas estradas falando de Jesus. “Eu vos abençoo e envio à missão porque Ele está no meio de nós”, finalizou dom Sergio. 


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O bispo dom Sergio carrega Jesus Eucarístico pelas ruas da cidade   |  

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O bispo dom Sergio carrega Jesus Eucarístico pelas ruas da cidade   |  

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Os voluntários iniciaram nas primeiras horas da manhã a confecção dos tapetes   |  

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Este ano, mais de 50 mil pessoas vieram louvar Jesus Cristo pelas ruas   |  

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O ostensório tem guarda de honra e é acompanhado por padres, diáconos, ministros, acólitos, coroinhas e seminaristas   |  

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O ostensório tem guarda de honra e é acompanhado por padres, diáconos, ministros, acólitos, coroinhas e seminaristas   |  

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A beleza e o colorido dos tapetes é sempre uma atração à parte   |  

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No chão, serragem, pó de café, sal, banners como fotografias e mensagens   |  

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Ao final da procissão dom Sergio realizou a benção no palco montado na rua Benjamim Constant   |  


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