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Publicado em: 14/12/2019

Grupo ouve sobre a realidade de Lábrea

Na área, 74,7% da população é católica

 
As religiosas Ana Maria e Ivone e Hoadson As religiosas Ana Maria e Ivone e Hoadson | Crédito: AssCom Diocese de Ponta Grossa

      Para se inteirar da realidade da Prelazia de Lábrea, os missionários da Diocese de Ponta Grossa se reuniram com Marcelo Viana, do Conselho Missionário Paroquial; Hoadson de Oliveira, do Conselho Indigenista Missionário; com as religiosas Ivone Evert e Ana Maria Silva, Missionárias Agostinianas Recoletas, e a coordenadora paroquial da Pastoral de Animação Bíblico-catequética, Raimunda Maciel. O bispo dom Santiago Sánchez Sebastian e frei Miguel Peralta Soret, da Congregação dos Freis Agostinianos Recoletos, administradores da região, também acompanharam. O grupo ouviu a respeito da situação da população ribeirinha e indígena, e dos moradores da sede da prelazia.

      Dom Santiago comentou que a prelazia tem uma extensão territorial de 230 mil quilômetros quadrados e uma população que não chega a 100 mil habitantes. Desses, pouco mais de 44 mil vivem na sede da prelazia. Segundo o bispo, a vida na região gira em torno do rio Purus. “São muitos núcleos indígenas, dispersos e isolados, além das comunidades do interior, onde se chega somente de barco. A falta de vocações e, consequentemente de sacerdotes, é muito grande. Vamos completar 100 anos e não temos freis ou padres originários da prelazia”, citou dom Santiago, lembrando que, com a vinda das irmãs missionárias agostinianas, a presença da Igreja junto às populações ribeirinhas passou de uma vez no ano a duas ou até três.

      Este ano, segundo irmã Ana Maria, foram atendidas 706 famílias ribeirinhas, moradoras nos arredores de 29 capelas, onde se celebrou 97 batizados, 89 primeira eucaristias, 25 crismas e setes casamentos. “Em nove apenas existe igreja, nas 20 demais as celebrações acontecem em escolas, casas ou debaixo de árvores mesmo”, contou a religiosa. Os sacramentos são ministrados durante as ‘desobrigas’, quando os sacerdotes acompanham as irmãs, que são responsáveis pela chamada ‘Pastoral das Curvas’, que tem esse nome devido as curvas do  rio. Frei Miguel lembrou que a congregação passou de contemplativa para missionária devido a necessidade de evangelização na China. “Em 1926, chegamos aqui a prelazia. Em 1937, surgiram as missionárias agostinianas recoletas porque precisávamos de religiosas para atender a educação”, destacou.    

      Os missionários Gilson e Bernadete Camilo da Silva, Iuri Nack Buss, André Emanuel França e Flávia Carla Nascimento desembarcaram em Lábrea na terça-feira (10). A Diocese de Ponta Grossa mantém parceria com a prelazia, dentro do Projeto Igreja-Irmã, desde 2012. Neste período, já foram enviados para a região dois sacerdotes, padre José Lauro Gonçalves e José Nilson Santos, além de dez missionários leigos e seminaristas.


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Publicado em: 14/12/2019

Grupo ouve sobre a realidade de Lábrea

Na área, 74,7% da população é católica

 

      Para se inteirar da realidade da Prelazia de Lábrea, os missionários da Diocese de Ponta Grossa se reuniram com Marcelo Viana, do Conselho Missionário Paroquial; Hoadson de Oliveira, do Conselho Indigenista Missionário; com as religiosas Ivone Evert e Ana Maria Silva, Missionárias Agostinianas Recoletas, e a coordenadora paroquial da Pastoral de Animação Bíblico-catequética, Raimunda Maciel. O bispo dom Santiago Sánchez Sebastian e frei Miguel Peralta Soret, da Congregação dos Freis Agostinianos Recoletos, administradores da região, também acompanharam. O grupo ouviu a respeito da situação da população ribeirinha e indígena, e dos moradores da sede da prelazia.

      Dom Santiago comentou que a prelazia tem uma extensão territorial de 230 mil quilômetros quadrados e uma população que não chega a 100 mil habitantes. Desses, pouco mais de 44 mil vivem na sede da prelazia. Segundo o bispo, a vida na região gira em torno do rio Purus. “São muitos núcleos indígenas, dispersos e isolados, além das comunidades do interior, onde se chega somente de barco. A falta de vocações e, consequentemente de sacerdotes, é muito grande. Vamos completar 100 anos e não temos freis ou padres originários da prelazia”, citou dom Santiago, lembrando que, com a vinda das irmãs missionárias agostinianas, a presença da Igreja junto às populações ribeirinhas passou de uma vez no ano a duas ou até três.

      Este ano, segundo irmã Ana Maria, foram atendidas 706 famílias ribeirinhas, moradoras nos arredores de 29 capelas, onde se celebrou 97 batizados, 89 primeira eucaristias, 25 crismas e setes casamentos. “Em nove apenas existe igreja, nas 20 demais as celebrações acontecem em escolas, casas ou debaixo de árvores mesmo”, contou a religiosa. Os sacramentos são ministrados durante as ‘desobrigas’, quando os sacerdotes acompanham as irmãs, que são responsáveis pela chamada ‘Pastoral das Curvas’, que tem esse nome devido as curvas do  rio. Frei Miguel lembrou que a congregação passou de contemplativa para missionária devido a necessidade de evangelização na China. “Em 1926, chegamos aqui a prelazia. Em 1937, surgiram as missionárias agostinianas recoletas porque precisávamos de religiosas para atender a educação”, destacou.    

      Os missionários Gilson e Bernadete Camilo da Silva, Iuri Nack Buss, André Emanuel França e Flávia Carla Nascimento desembarcaram em Lábrea na terça-feira (10). A Diocese de Ponta Grossa mantém parceria com a prelazia, dentro do Projeto Igreja-Irmã, desde 2012. Neste período, já foram enviados para a região dois sacerdotes, padre José Lauro Gonçalves e José Nilson Santos, além de dez missionários leigos e seminaristas.


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As religiosas Ana Maria e Ivone e Hoadson   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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Frei Miguel contou que, além dos padres diocesanos de Vitória (ES) e de Ponta Grossa, há religiosos Maristas, Oblatas e Josefinas   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa


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