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Publicado em: 16/12/2019

Catequistas de Lábrea têm dia de formação

Espiritualidade e missão do catequista entre os temas

 
Os catequistas eram dos mais variados tempos. Flávia relembrou as etapas da Iniciação à Vida Cristã Os catequistas eram dos mais variados tempos. Flávia relembrou as etapas da Iniciação à Vida Cristã | Crédito: AssCom Diocese de Ponta Grossa

      A catequista Bernadete de Fátima Camilo da Silva, o seminarista Iuri Nack Buss e a coordenadora diocesana da Pastoral de Animação Bíblico-Catequética, Flávia Carla Nascimento, conduziram uma formação para catequistas da Paróquia Nossa Senhora de Nazaré, na Prelazia de Lábrea (AM). Cerca 25 catequistas, de diferentes tempos e da Catequese de adultos, passaram a tarde de sábado (14) ouvindo sobre o papel e a espiritualidade do catequista e sobre a Iniciação à Vida Cristã. Padre José Nilson Santos, pároco, e o bispo dom Santiago Sánchez Sebastian acompanharam o encontro.

      Depois da apresentação da equipe formadora e de cada um dos participantes, e, da momento de oração, Bernadete abordou os desafios do catequista nos dias de hoje, falando da necessidade de se acompanhar a modernidade – em relação às mídias sociais e a linguagem das crianças e adolescentes -  e da preparação do ‘ser catequista’ à base da leitura bíblica, da participação na vida da comunidade e do testemunho. “Precisamos estar atentos, entender a dores de cada um deles com carinho e mostrar que são importantes para mim, para a Igreja e para Deus. Devemos ser profetas, ser luz”, enfatizou.

      O seminarista  Iuri Buss, que este ano assessorou a Pastoral Bíblico-Catequética de Ponta Grossa, afirmou que é o Espírito Santo que leva cada catequista a colocar os dons a serviço e cultivar o desejo de fazer coisas boas. “Se o catequista se afasta da vida da comunidade, da vida sacramental, da leitura orante, a terra não tem como dar bons frutos. É preciso beber da fonte de Deus”, frisou. Segundo Buss, é necessário se manter constantemente abastecida a vida espiritual, o elo com o divino.

      Flávia Carla Nascimento, relembrou os tempos e as etapas da Iniciação à Vida Cristã e citou a importância da Catequese viva, de presença, em que o foco deve ser lembrar as pessoas do amor de Deus, ”que nos enviou  Jesus  para a nossa salvação”. Flávia enfatizou que é preciso saber onde se quer chegar e com que meios. “Levar o catequizando a encontrar Jesus no outro e rezar com a Palavra para ter intimidade com Deus, celebrando a Eucaristia, ajudando o irmão e se engajando na vida da Igreja. É preciso experimentar na própria vida para depois anunciar”, acrescentou.   

       “As palestras nos ajudaram muito no caminhar do processo de Iniciação à Vida Cristã. Aqui, na paróquia iniciamos esse processo há três anos; ainda estamos nos adaptando. Irmã Flávia enfatizou muito que o catequista tem que saber o que tem de orientar seus catequizandos, saber onde quer chegar, saber qual o objetivo de sua catequese, que é a pessoa de Jesus Cristo. Os catequistas presentes, agradeceram a presença dos missionários por estarem partilhando de sua experiência para conosco. Que o Deus da vida nos dê força, sabedoria, simplicidade para continuarmos firmes na missão de catequistas”, avaliou Raimunda Maciel, a Verilda, coordenadora paroquial.

      O grupo de missionários, composto ainda pelo diácono Gilson Camilo da Silva, o seminarista André Emanuel França e a jornalista Cláudia Carneiro, fica em Lábrea  até o dia 9 de janeiro. O diácono e André viajaram seis horas de barco para o interior da prelazia, na sexta-feira. Na programação, sete batizados e uma celebração na Aldeia Irmã Cleuza, às margens do Rio Mari. 


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Publicado em: 16/12/2019

Catequistas de Lábrea têm dia de formação

Espiritualidade e missão do catequista entre os temas

 

      A catequista Bernadete de Fátima Camilo da Silva, o seminarista Iuri Nack Buss e a coordenadora diocesana da Pastoral de Animação Bíblico-Catequética, Flávia Carla Nascimento, conduziram uma formação para catequistas da Paróquia Nossa Senhora de Nazaré, na Prelazia de Lábrea (AM). Cerca 25 catequistas, de diferentes tempos e da Catequese de adultos, passaram a tarde de sábado (14) ouvindo sobre o papel e a espiritualidade do catequista e sobre a Iniciação à Vida Cristã. Padre José Nilson Santos, pároco, e o bispo dom Santiago Sánchez Sebastian acompanharam o encontro.

      Depois da apresentação da equipe formadora e de cada um dos participantes, e, da momento de oração, Bernadete abordou os desafios do catequista nos dias de hoje, falando da necessidade de se acompanhar a modernidade – em relação às mídias sociais e a linguagem das crianças e adolescentes -  e da preparação do ‘ser catequista’ à base da leitura bíblica, da participação na vida da comunidade e do testemunho. “Precisamos estar atentos, entender a dores de cada um deles com carinho e mostrar que são importantes para mim, para a Igreja e para Deus. Devemos ser profetas, ser luz”, enfatizou.

      O seminarista  Iuri Buss, que este ano assessorou a Pastoral Bíblico-Catequética de Ponta Grossa, afirmou que é o Espírito Santo que leva cada catequista a colocar os dons a serviço e cultivar o desejo de fazer coisas boas. “Se o catequista se afasta da vida da comunidade, da vida sacramental, da leitura orante, a terra não tem como dar bons frutos. É preciso beber da fonte de Deus”, frisou. Segundo Buss, é necessário se manter constantemente abastecida a vida espiritual, o elo com o divino.

      Flávia Carla Nascimento, relembrou os tempos e as etapas da Iniciação à Vida Cristã e citou a importância da Catequese viva, de presença, em que o foco deve ser lembrar as pessoas do amor de Deus, ”que nos enviou  Jesus  para a nossa salvação”. Flávia enfatizou que é preciso saber onde se quer chegar e com que meios. “Levar o catequizando a encontrar Jesus no outro e rezar com a Palavra para ter intimidade com Deus, celebrando a Eucaristia, ajudando o irmão e se engajando na vida da Igreja. É preciso experimentar na própria vida para depois anunciar”, acrescentou.   

       “As palestras nos ajudaram muito no caminhar do processo de Iniciação à Vida Cristã. Aqui, na paróquia iniciamos esse processo há três anos; ainda estamos nos adaptando. Irmã Flávia enfatizou muito que o catequista tem que saber o que tem de orientar seus catequizandos, saber onde quer chegar, saber qual o objetivo de sua catequese, que é a pessoa de Jesus Cristo. Os catequistas presentes, agradeceram a presença dos missionários por estarem partilhando de sua experiência para conosco. Que o Deus da vida nos dê força, sabedoria, simplicidade para continuarmos firmes na missão de catequistas”, avaliou Raimunda Maciel, a Verilda, coordenadora paroquial.

      O grupo de missionários, composto ainda pelo diácono Gilson Camilo da Silva, o seminarista André Emanuel França e a jornalista Cláudia Carneiro, fica em Lábrea  até o dia 9 de janeiro. O diácono e André viajaram seis horas de barco para o interior da prelazia, na sexta-feira. Na programação, sete batizados e uma celebração na Aldeia Irmã Cleuza, às margens do Rio Mari. 


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Os catequistas eram dos mais variados tempos. Flávia relembrou as etapas da Iniciação à Vida Cristã   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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Iuri conduziu uma dinâmica que mexeu com os catequistas   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa


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