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Publicado em: 24/12/2019

Líderes mantenedores da fé

Os ‘pais das comunidades’ cuidam das capelas

 
O Rio Purus é o terceiro maior afluente do Amazonas  O Rio Purus é o terceiro maior afluente do Amazonas | Crédito: AssCom Diocese de Ponta Grossa

      Os moradores mais antigos das comunidades ribeirinhas são chamados carinhosamente de ‘patriarcas’. Os moradores, todos, de crianças a adultos, pedem a bênção ao entrar em suas casas. São eles, a exemplo de Pedro e Isabel Fernandes, na Comunidade de Samaúma, quem mantém e cuidam da Capela São Sebastião, organizando tudo o que diz respeito à religião: novenas, batismos, crismas, casamentos e celebração da Palavra, feita quando da presença das religiosas Missionárias Agostinianas Recoletas, uma ou duas vezes por ano.   

      Em Jurucuá, ‘dona’ Nazaré é a catequista e dirigente da comunidade. Ela conta que o vilarejo viu os moradores se mudarem para o outro lado da margem do Rio Purus, depois da demarcação de uma reserva indígena. “A escola ficou para o lado de lá e o pessoal foi atrás de benefícios”, conta a matriarca responsável pela Capela Santa Luzia.

      Na Comunidade Laranjeiras, outro casal, Matilde e Antônio, “atendem as coisas da Igreja”, como gostam de dizer. Em Cassianã, ‘seo’ Abel fazia questão de dizer que dá  todas as condições para os mais novos da família  cuidarem do funcionamento da Capela São Francisco. “Conservo, arrumo, pinto, mas não sou muito letrado, por isso as leituras, as falas ficam com eles”, mostrava, apontando um dos netos. O devoto franciscano e de São Onofre mora há 42 anos na localidade.  


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Publicado em: 24/12/2019

Líderes mantenedores da fé

Os ‘pais das comunidades’ cuidam das capelas

 

      Os moradores mais antigos das comunidades ribeirinhas são chamados carinhosamente de ‘patriarcas’. Os moradores, todos, de crianças a adultos, pedem a bênção ao entrar em suas casas. São eles, a exemplo de Pedro e Isabel Fernandes, na Comunidade de Samaúma, quem mantém e cuidam da Capela São Sebastião, organizando tudo o que diz respeito à religião: novenas, batismos, crismas, casamentos e celebração da Palavra, feita quando da presença das religiosas Missionárias Agostinianas Recoletas, uma ou duas vezes por ano.   

      Em Jurucuá, ‘dona’ Nazaré é a catequista e dirigente da comunidade. Ela conta que o vilarejo viu os moradores se mudarem para o outro lado da margem do Rio Purus, depois da demarcação de uma reserva indígena. “A escola ficou para o lado de lá e o pessoal foi atrás de benefícios”, conta a matriarca responsável pela Capela Santa Luzia.

      Na Comunidade Laranjeiras, outro casal, Matilde e Antônio, “atendem as coisas da Igreja”, como gostam de dizer. Em Cassianã, ‘seo’ Abel fazia questão de dizer que dá  todas as condições para os mais novos da família  cuidarem do funcionamento da Capela São Francisco. “Conservo, arrumo, pinto, mas não sou muito letrado, por isso as leituras, as falas ficam com eles”, mostrava, apontando um dos netos. O devoto franciscano e de São Onofre mora há 42 anos na localidade.  


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O Rio Purus é o terceiro maior afluente do Amazonas   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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O zelo demonstrado pela capela, onde construiu um confessionário   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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Dona Nazaré é catequista   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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Depois da celebração, muita comida encheu a mesa na casa de dona Isabel   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa


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