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Publicado em: 30/12/2019

Trapiche Beira Mar: pobreza no centro

Grupo tenta criar comunidade de fé

 
Padre José Nilson já celebrou missa na comunidade, na casa de moradores Padre José Nilson já celebrou missa na comunidade, na casa de moradores | Crédito: AssCom Diocese de Ponta Grossa

      Na região central de Lábrea, a aproximadamente 300 metros da Catedral Nossa Senhora de Nazaré, fica o Trapiche Beira Mar, um conjunto de pequenas casas de madeira habitado por indígenas e famílias que vêm das regiões ribeirinhas. Não se sabe ao  certo desde quando existe, nem quantas pessoas moram ali, mas se calcula que perto de  400 famílias ocupem o espaço que pertence à Marinha por estar às margens do Rio Purus. Não há saneamento básico, água tratada ou coleta de lixo. A rede elétrica é um emaranhado de fios que quase toca a cabeça de quem passa pela ponte de madeira que dá acesso aos casebres.

      Há um ano, a Paróquia Nossa Senhora de Nazaré trabalha com os moradores para tentar formar uma comunidade de fé. Funcionam na região a Pastoral da Criança, Infância e Adolescência Missionária e Círculo Bíblico. Missas são celebradas uma vez por mês na casa de Francisca e Eliakim  Souza, e, de Maria Teresinha Alves e Francisco Martins da Silva. “Há celebrações nos chamados ‘tempos fortes’: Campanha da Fraternidade, Terço Mariano, em maio, novenas missionárias, tríduo do Sínodo da Amazônia”, detalhou o coordenador do Conselho Missionário Paroquial, Marcelo Viana.

      A ideia é criar um conselho e um centro comunitário para oração e o desenvolvimento de ações educativas. Uma rifa está sendo feita  para a obtenção de recursos. Na época das cheias do rio, a região fica totalmente alagada. “Às vezes, a Infância Missionária faz um trabalho de conscientização sobre a importância da coleta de lixo e promove mutirão de limpeza, tentando envolver os moradores, mas com pouco êxito. Eles deveriam juntar seus lixos e deixar nas lixeiras, mas poucos têm essa consciência”, cita Viana.

      O incentivar da comunidade nasceu com o irmão Marista Nilvo Favreto. Atualmente, integram ainda o projeto a secretária paroquial e missionária, Raimunda Maciel, a Verilda, e Keila Andrade Rodrigues, coordenadora da Pastoral da Criança. Os missionários Flávia Carla Nascimento, Gilson e Bernadete Camilo da Silva, Iuri Buss e André França conheceram o lugar, neste sábado. 


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Publicado em: 30/12/2019

Trapiche Beira Mar: pobreza no centro

Grupo tenta criar comunidade de fé

 

      Na região central de Lábrea, a aproximadamente 300 metros da Catedral Nossa Senhora de Nazaré, fica o Trapiche Beira Mar, um conjunto de pequenas casas de madeira habitado por indígenas e famílias que vêm das regiões ribeirinhas. Não se sabe ao  certo desde quando existe, nem quantas pessoas moram ali, mas se calcula que perto de  400 famílias ocupem o espaço que pertence à Marinha por estar às margens do Rio Purus. Não há saneamento básico, água tratada ou coleta de lixo. A rede elétrica é um emaranhado de fios que quase toca a cabeça de quem passa pela ponte de madeira que dá acesso aos casebres.

      Há um ano, a Paróquia Nossa Senhora de Nazaré trabalha com os moradores para tentar formar uma comunidade de fé. Funcionam na região a Pastoral da Criança, Infância e Adolescência Missionária e Círculo Bíblico. Missas são celebradas uma vez por mês na casa de Francisca e Eliakim  Souza, e, de Maria Teresinha Alves e Francisco Martins da Silva. “Há celebrações nos chamados ‘tempos fortes’: Campanha da Fraternidade, Terço Mariano, em maio, novenas missionárias, tríduo do Sínodo da Amazônia”, detalhou o coordenador do Conselho Missionário Paroquial, Marcelo Viana.

      A ideia é criar um conselho e um centro comunitário para oração e o desenvolvimento de ações educativas. Uma rifa está sendo feita  para a obtenção de recursos. Na época das cheias do rio, a região fica totalmente alagada. “Às vezes, a Infância Missionária faz um trabalho de conscientização sobre a importância da coleta de lixo e promove mutirão de limpeza, tentando envolver os moradores, mas com pouco êxito. Eles deveriam juntar seus lixos e deixar nas lixeiras, mas poucos têm essa consciência”, cita Viana.

      O incentivar da comunidade nasceu com o irmão Marista Nilvo Favreto. Atualmente, integram ainda o projeto a secretária paroquial e missionária, Raimunda Maciel, a Verilda, e Keila Andrade Rodrigues, coordenadora da Pastoral da Criança. Os missionários Flávia Carla Nascimento, Gilson e Bernadete Camilo da Silva, Iuri Buss e André França conheceram o lugar, neste sábado. 


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Padre José Nilson já celebrou missa na comunidade, na casa de moradores   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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As casas são separadas por espaços onde corre o esgoto   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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O conjunto de casas fica na área central da cidade   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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Os missionários conheceram o lugar, no sábado   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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As moradias são altas do chão por causa dos alagamentos   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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O lixo é jogado entre as casas e vem à tona quando das enchentes   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa


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