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Publicado em: 11/03/2020

Recém-chegados são acolhidos na diocese

Bispo dom Sergio passa uma manhã com religiosos

 
A acolhida dura toda a manhã e termina com um almoço fraterno A acolhida dura toda a manhã e termina com um almoço fraterno | Crédito: AssCom Diocese de Ponta Grossa

      Como em todos os anos, a Diocese de Ponta Grossa preocupa-se em acolher os sacerdotes e consagrados (as) recém-chegados (as) à região, não só proporcionando uma ocasião para partilha espontânea e fraternidade, mas também para apresentar o caminho de evangelização desenvolvido no Plano Diocesano de Pastoral 2019-2023. A acolhida a 21 novos religiosos e padres aconteceu na manhã desta quarta-feira (11), no Espaço Cultural, e foi feita pelo bispo dom Sergio Arhur Braschi e a equipe da Ação Evangelizadora.

      A programação iniciada com um café a partir das 8h30, terminou com almoço oferecido pela diocese. Segundo o coordenador diocesano da Ação Evangelizadora, padre Joel Nalepa, a intenção foi acolher e promover a comunhão e a fraternidade dos recém-chegados entre si e com o bispo; compartilhar as realidades próprias da Diocese, seus avanços e necessidades, além de perceber como se poderá colocar a vida a serviço, considerando o contexto apresentado, “para que, em unidade, contribuamos na evangelização e edificação desta Igreja local”, ressaltou o coordenador.

      Padre Paulus Koko Tolang, da Congregação do Verbo Divino, é indonésio, está há 28 anos no Brasil e pela segunda vez passa por Ponta Grossa. A primeira, foi entre 1997 e 2001, quando serviu na Pastoral Vocacional e morava no seminário dos verbitas. Desta vez, o padre vai residir na casa missionária, onde será o novo reitor. “Venho de Foz do Iguaçu, da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, uma paróquia nova lá na diocese. Fiquei em Foz do Iguaçu nove anos. Aqui, em Ponta Grossa vou cuidar da casa onde moram os padres idosos, que precisam de cuidados, especialmente de saúde, e serei vigário na Paróquia Espírito Santo, a São Vendelino”, comentou padre Paulus. Na casa, atualmente, moram seis religiosos.

      Também de retorno a Ponta Grossa está a irmã Leni de Lurdes Mortari, das Apóstolas do Coração de Jesus. A congregação foi fundada por Madre Clélia Merione, beatificada em novembro de 2018. A religiosa passou pela diocese em 1963, quando participou da fundação do Colégio São Sebastião, hoje, Escola Sagrado Coração de Jesus. “Eu era noviça e vim para substituir uma professora que saiu para ganhar bebê. Também fiz trabalhos pastorais e ajudava na igreja, na época que o pároco era o padre Carlos Zelenski. Eu ajudei a arrumar o sacrário da paróquia, que estava abandonado”, contou.  Irmã Leni veio de Porto Alegre, onde trabalhava em uma creche, atendendo a biblioteca e as crianças. “Vou continuar fazendo isso aqui. Estou muito feliz de ter vindo. Me sinto bem na comunidade, é uma comunidade muito querida; são só três irmãs, mas é muito bom”, acrescentou, citando que outra irmã, Sandra Ribas, também está chegando à diocese para atuar na escola.


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Publicado em: 11/03/2020

Recém-chegados são acolhidos na diocese

Bispo dom Sergio passa uma manhã com religiosos

 

      Como em todos os anos, a Diocese de Ponta Grossa preocupa-se em acolher os sacerdotes e consagrados (as) recém-chegados (as) à região, não só proporcionando uma ocasião para partilha espontânea e fraternidade, mas também para apresentar o caminho de evangelização desenvolvido no Plano Diocesano de Pastoral 2019-2023. A acolhida a 21 novos religiosos e padres aconteceu na manhã desta quarta-feira (11), no Espaço Cultural, e foi feita pelo bispo dom Sergio Arhur Braschi e a equipe da Ação Evangelizadora.

      A programação iniciada com um café a partir das 8h30, terminou com almoço oferecido pela diocese. Segundo o coordenador diocesano da Ação Evangelizadora, padre Joel Nalepa, a intenção foi acolher e promover a comunhão e a fraternidade dos recém-chegados entre si e com o bispo; compartilhar as realidades próprias da Diocese, seus avanços e necessidades, além de perceber como se poderá colocar a vida a serviço, considerando o contexto apresentado, “para que, em unidade, contribuamos na evangelização e edificação desta Igreja local”, ressaltou o coordenador.

      Padre Paulus Koko Tolang, da Congregação do Verbo Divino, é indonésio, está há 28 anos no Brasil e pela segunda vez passa por Ponta Grossa. A primeira, foi entre 1997 e 2001, quando serviu na Pastoral Vocacional e morava no seminário dos verbitas. Desta vez, o padre vai residir na casa missionária, onde será o novo reitor. “Venho de Foz do Iguaçu, da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, uma paróquia nova lá na diocese. Fiquei em Foz do Iguaçu nove anos. Aqui, em Ponta Grossa vou cuidar da casa onde moram os padres idosos, que precisam de cuidados, especialmente de saúde, e serei vigário na Paróquia Espírito Santo, a São Vendelino”, comentou padre Paulus. Na casa, atualmente, moram seis religiosos.

      Também de retorno a Ponta Grossa está a irmã Leni de Lurdes Mortari, das Apóstolas do Coração de Jesus. A congregação foi fundada por Madre Clélia Merione, beatificada em novembro de 2018. A religiosa passou pela diocese em 1963, quando participou da fundação do Colégio São Sebastião, hoje, Escola Sagrado Coração de Jesus. “Eu era noviça e vim para substituir uma professora que saiu para ganhar bebê. Também fiz trabalhos pastorais e ajudava na igreja, na época que o pároco era o padre Carlos Zelenski. Eu ajudei a arrumar o sacrário da paróquia, que estava abandonado”, contou.  Irmã Leni veio de Porto Alegre, onde trabalhava em uma creche, atendendo a biblioteca e as crianças. “Vou continuar fazendo isso aqui. Estou muito feliz de ter vindo. Me sinto bem na comunidade, é uma comunidade muito querida; são só três irmãs, mas é muito bom”, acrescentou, citando que outra irmã, Sandra Ribas, também está chegando à diocese para atuar na escola.


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A acolhida dura toda a manhã e termina com um almoço fraterno   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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Os novos padres e religiosos todos os anos são acolhidos pelo bispo dom Sergio   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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Duas novas freiras chegaram à Congregação das Apóstolas do Coração de Jesus em Ponta Grossa, as irmãs Leni de Lurdes Mortari, e Sandra Ribas   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa


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