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Publicado em: 03/04/2020

Celebrações da Semana Santa sofrem alteração

Suspenso a Missa do Crisma e o rito do Lava-Pés

 
Dom Sergio sugere que o Lava-Pés seja realizado, este ano, em família Dom Sergio sugere que o Lava-Pés seja realizado, este ano, em família | Crédito: Arquivo AssCom Diocese de Ponta Grossa

      Neste momento de dificuldades que as comunidades católicas estão enfrentando em relação às celebrações, o bispo dom Sergio Arthur Braschi, auxiliado pela Comissão Diocesana de Liturgia e Canto Pastoral, definiu algumas orientações a serem seguidas na Semana Santa. Todas as celebrações seguem sendo realizadas sem a presença física dos fiéis, que precisam acompanhá-las ao vivo. As celebrações sofrerão algumas alterações quanto ao rito, conforme decretos emanados pela Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos, de 19 e 25 de março, respectivamente. A principal alteração será a não celebração da Missa do Crisma, realizada na manhã da Quinta-Feira Santa, e a omissão do Rito do Lava-Pés, também na quinta-feira, mas à tarde, na Missa da Ceia do Senhor.

      Ao final da Missa da Ceia do Senhor, também deverá ser omitida a procissão. O Santíssimo Sacramento pode permanecer breve tempo sobre o altar, convidando os que acompanham remotamente à adoração silenciosa, à comunhão espiritual e, se julgado conveniente pela família, a celebrar, em seguida, o Lava-Pés nas famílias. “Este gesto ajudará a experimentar a atitude de serviço de Jesus na Última Ceia, doação, o mandamento do amor, que devemos viver como ‘Igreja e família de portas abertas na cultura urbana’”, explica dom Sergio.

      A Missa do Crisma é celebrada pelo bispo e seu clero. É durante essa missa que normalmente acontece a bênção do óleo dos enfermos e dos óleos dos catecúmenos. Na homilia, o bispo exorta os seus presbíteros a serem fiéis aos seus cargos e os convida a renovarem publicamente as promessas sacerdotais. É para exprimir a unidade do presbitério, que os padres, das várias regiões da diocese, concelebram com o bispo. Convém, portanto, que todos os presbíteros, tanto quanto possível, participem dela, e nela comunguem sob as duas espécies. A Missa do Crisma foi transferida para outro momento, com data ainda a ser definida.

      As demais celebrações litúrgicas serão transmitidas pelos meios de comunicação das paróquias (redes sociais, TV e rádio) e cada família está sendo incentivada a preparar um pequeno ‘altar’ em sua casa: com velas, cruz, Bíblia Sagrada, imagem de Nossa Senhora...”Avisem-se os fiéis da hora do início, de modo que se posam unir em oração nas respectivas residências, acompanhando através dos meios de comunicação ao vivo, não gravado”, ressalta o bispo dom Sergio. No Domingo de Ramos (5), durante a transmissão das missas, o bispo orienta que não seja feita a bênção dos ramos. “Chegando ao altar, o sacerdote o saúda, cumprimenta os que acompanham remotamente e recita a Antífona de Entrada, prosseguindo como de costume”, acrescenta dom Sergio.                        

      Na Sexta-Feira Santa, o sacerdote celebrará a Paixão do Senhor, transmitida on line ou por emissora de rádio, e, na oração universal, será inserida uma décima intenção especial: pelos que padecem pela pandemia do Covid 19 e pelos profissionais de saúde e familiares. O ato de adoração na cruz através do beijo será limitado apenas ao celebrante. “As expressões da piedade, procissões e encenações, que enriquecem esses dias da Semana Santa, ficam transferidas para os dias 14 e 15 de setembro: Exaltação da Santa Cruz e Mãe da Divina Graça, padroeira da diocese”, informa.

      O Sábado Santo e a Vigília Pascal não terão o acender do fogo, apenas do círio pascal. Também será omitida a procissão. No Domingo da Ressurreição, será transmitida a missa solene da Páscoa do Senhor, “que deve se tornar a nossa Páscoa e Ressurreição, convidando a todos que continuem em oração. E que os 50 dias do Tempo Pascal seja vivido na certeza de que Cristo ressuscitou e está presente em nossas comunidades, oferecendo sua paz e seu espírito, como dom e força motivadora. Desse modo, mesmo vivendo o distanciamento social, que nos é imposto, somos convidados a fazer a experiência da Ressurreição, que é a força vital indestrutível, transmitida àqueles que por Ele esperam, transformando o medo em alegria e esperança, na certeza de que tudo será superado, graças a presença do Ressuscitado entre nós”, finaliza dom Sergio.

      Reforçando o convite para que todos os católicos acompanhem e participem ainda que remotamente das celebrações, o bispo reafirma que ficam canceladas, até segunda ordem, as ordenações diaconais, crismas, visitas pastorais, reuniões e demais celebrações agendadas.


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Publicado em: 03/04/2020

Celebrações da Semana Santa sofrem alteração

Suspenso a Missa do Crisma e o rito do Lava-Pés

 

      Neste momento de dificuldades que as comunidades católicas estão enfrentando em relação às celebrações, o bispo dom Sergio Arthur Braschi, auxiliado pela Comissão Diocesana de Liturgia e Canto Pastoral, definiu algumas orientações a serem seguidas na Semana Santa. Todas as celebrações seguem sendo realizadas sem a presença física dos fiéis, que precisam acompanhá-las ao vivo. As celebrações sofrerão algumas alterações quanto ao rito, conforme decretos emanados pela Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos, de 19 e 25 de março, respectivamente. A principal alteração será a não celebração da Missa do Crisma, realizada na manhã da Quinta-Feira Santa, e a omissão do Rito do Lava-Pés, também na quinta-feira, mas à tarde, na Missa da Ceia do Senhor.

      Ao final da Missa da Ceia do Senhor, também deverá ser omitida a procissão. O Santíssimo Sacramento pode permanecer breve tempo sobre o altar, convidando os que acompanham remotamente à adoração silenciosa, à comunhão espiritual e, se julgado conveniente pela família, a celebrar, em seguida, o Lava-Pés nas famílias. “Este gesto ajudará a experimentar a atitude de serviço de Jesus na Última Ceia, doação, o mandamento do amor, que devemos viver como ‘Igreja e família de portas abertas na cultura urbana’”, explica dom Sergio.

      A Missa do Crisma é celebrada pelo bispo e seu clero. É durante essa missa que normalmente acontece a bênção do óleo dos enfermos e dos óleos dos catecúmenos. Na homilia, o bispo exorta os seus presbíteros a serem fiéis aos seus cargos e os convida a renovarem publicamente as promessas sacerdotais. É para exprimir a unidade do presbitério, que os padres, das várias regiões da diocese, concelebram com o bispo. Convém, portanto, que todos os presbíteros, tanto quanto possível, participem dela, e nela comunguem sob as duas espécies. A Missa do Crisma foi transferida para outro momento, com data ainda a ser definida.

      As demais celebrações litúrgicas serão transmitidas pelos meios de comunicação das paróquias (redes sociais, TV e rádio) e cada família está sendo incentivada a preparar um pequeno ‘altar’ em sua casa: com velas, cruz, Bíblia Sagrada, imagem de Nossa Senhora...”Avisem-se os fiéis da hora do início, de modo que se posam unir em oração nas respectivas residências, acompanhando através dos meios de comunicação ao vivo, não gravado”, ressalta o bispo dom Sergio. No Domingo de Ramos (5), durante a transmissão das missas, o bispo orienta que não seja feita a bênção dos ramos. “Chegando ao altar, o sacerdote o saúda, cumprimenta os que acompanham remotamente e recita a Antífona de Entrada, prosseguindo como de costume”, acrescenta dom Sergio.                        

      Na Sexta-Feira Santa, o sacerdote celebrará a Paixão do Senhor, transmitida on line ou por emissora de rádio, e, na oração universal, será inserida uma décima intenção especial: pelos que padecem pela pandemia do Covid 19 e pelos profissionais de saúde e familiares. O ato de adoração na cruz através do beijo será limitado apenas ao celebrante. “As expressões da piedade, procissões e encenações, que enriquecem esses dias da Semana Santa, ficam transferidas para os dias 14 e 15 de setembro: Exaltação da Santa Cruz e Mãe da Divina Graça, padroeira da diocese”, informa.

      O Sábado Santo e a Vigília Pascal não terão o acender do fogo, apenas do círio pascal. Também será omitida a procissão. No Domingo da Ressurreição, será transmitida a missa solene da Páscoa do Senhor, “que deve se tornar a nossa Páscoa e Ressurreição, convidando a todos que continuem em oração. E que os 50 dias do Tempo Pascal seja vivido na certeza de que Cristo ressuscitou e está presente em nossas comunidades, oferecendo sua paz e seu espírito, como dom e força motivadora. Desse modo, mesmo vivendo o distanciamento social, que nos é imposto, somos convidados a fazer a experiência da Ressurreição, que é a força vital indestrutível, transmitida àqueles que por Ele esperam, transformando o medo em alegria e esperança, na certeza de que tudo será superado, graças a presença do Ressuscitado entre nós”, finaliza dom Sergio.

      Reforçando o convite para que todos os católicos acompanhem e participem ainda que remotamente das celebrações, o bispo reafirma que ficam canceladas, até segunda ordem, as ordenações diaconais, crismas, visitas pastorais, reuniões e demais celebrações agendadas.


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Dom Sergio sugere que o Lava-Pés seja realizado, este ano, em família   |   Arquivo AssCom Diocese de Ponta Grossa

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A Missa do Crisma, quando são abençoados os óleos usados pela Igreja, não será celebrada   |   Arquivo AssCom Diocese de Ponta Grossa


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