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Publicado em: 14/01/2021

Pastoral da Criança: a cara da Igreja

Na Diocese, voluntariado tem 34 anos

 
| Crédito: Divulgação

     Neste 12 de janeiro, recordou-se os 11 anos da morte de Zilda Arns, a médica fundadora da Pastoral da Criança, que estava no Haiti para implantar o projeto no país quando um terremoto ceifou a sua e a vida de mais de 200 mil pessoas. A atuação da medica paranaense teve tamanha importância que está em andamento um processo para sua beatificação.

     A Pastoral da Criança é um organismo de ação social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil que baseia sua atuação na organização da comunidade e na capacitação de líderes voluntários que ali vivem e assumem a tarefa de orientar e acompanhar as famílias vizinhas em ações básicas de saúde, educação, nutrição e cidadania.

     Na Diocese de Ponta Grossa, a Pastoral da Criança surgiu, no entanto, fora dos muros da Igreja. O projeto pertencia ao Núcleo Regional de Educação, cuja chefe, Railda Schiffer, foi a primeira a detalhá-lo, em 25 de novembro de 1987, em uma reunião na Câmara de Vereadores. A professora alertou para a necessidade de se conscientizar os pais em relação a prevenção da excepcionalidade infantil como forma de evitar a evasão escolar.

     Atento, o bispo auxiliar de Ponta Grossa, dom José Alves da Costa, participou da reunião e reforçou o apoio dos bispos do Brasil ao projeto. As duas primeiras reuniões e o primeiro treinamento de agentes ocorrido em Ponta Grossa contaram com a coordenadora estadual da Pastoral da Criança, Inácia Rocio Martins. Ela orientou as voluntárias para que trabalhassem com o soro caseiro e fizessem o levantamento da saúde das crianças.

     Os trabalhos se iniciam, oficialmente, na região da Vila Tânia Mara, comunidade da Capela Menino Jesus de Praga, em dezembro de 1987. A capela pertencia à Paróquia Nossa Senhora do Pilar. Em março de 1988, a irmã Mariegídia Marques de Oliveira assumiu a coordenação da Pastoral da Criança na Diocese. Igreja e leigos voluntários assumem definitivamente o protagonismo as ações.


∗Fonte:

Pastoral da Criança


  • Diocede Ponta Grossa


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Publicado em: 14/01/2021

Pastoral da Criança: a cara da Igreja

Na Diocese, voluntariado tem 34 anos

 

     Neste 12 de janeiro, recordou-se os 11 anos da morte de Zilda Arns, a médica fundadora da Pastoral da Criança, que estava no Haiti para implantar o projeto no país quando um terremoto ceifou a sua e a vida de mais de 200 mil pessoas. A atuação da medica paranaense teve tamanha importância que está em andamento um processo para sua beatificação.

     A Pastoral da Criança é um organismo de ação social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil que baseia sua atuação na organização da comunidade e na capacitação de líderes voluntários que ali vivem e assumem a tarefa de orientar e acompanhar as famílias vizinhas em ações básicas de saúde, educação, nutrição e cidadania.

     Na Diocese de Ponta Grossa, a Pastoral da Criança surgiu, no entanto, fora dos muros da Igreja. O projeto pertencia ao Núcleo Regional de Educação, cuja chefe, Railda Schiffer, foi a primeira a detalhá-lo, em 25 de novembro de 1987, em uma reunião na Câmara de Vereadores. A professora alertou para a necessidade de se conscientizar os pais em relação a prevenção da excepcionalidade infantil como forma de evitar a evasão escolar.

     Atento, o bispo auxiliar de Ponta Grossa, dom José Alves da Costa, participou da reunião e reforçou o apoio dos bispos do Brasil ao projeto. As duas primeiras reuniões e o primeiro treinamento de agentes ocorrido em Ponta Grossa contaram com a coordenadora estadual da Pastoral da Criança, Inácia Rocio Martins. Ela orientou as voluntárias para que trabalhassem com o soro caseiro e fizessem o levantamento da saúde das crianças.

     Os trabalhos se iniciam, oficialmente, na região da Vila Tânia Mara, comunidade da Capela Menino Jesus de Praga, em dezembro de 1987. A capela pertencia à Paróquia Nossa Senhora do Pilar. Em março de 1988, a irmã Mariegídia Marques de Oliveira assumiu a coordenação da Pastoral da Criança na Diocese. Igreja e leigos voluntários assumem definitivamente o protagonismo as ações.


∗Fonte:

Pastoral da Criança


Diocede Ponta Grossa
  |   Divulgação


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