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Publicado em: 11/02/2021

Campanha da Fraternidade, luz e vida

Ação foi o berço de pelo menos duas pastorais

 
| Crédito: AssCom Diocese de Ponta Grossa

   Em 1961 três padres responsáveis pela Cáritas Brasileira idealizaram uma campanha para arrecadar fundos para as atividades assistenciais e promocionais da instituição e torná-la autônoma. A atividade foi chamada Campanha da Fraternidade e realizada, pela primeira vez, na Quaresma de 1962, em Natal (RN), com adesão de três dioceses e apoio financeiro dos bispos norte-americanos. Em 1963, 16 dioceses do Nordeste realizaram a campanha. Não teve êxito financeiro, mas foi o embrião de um projeto anual lançado, em nível nacional, em dezembro de 1964.

     A Campanha da Fraternidade é um grande instrumento para desenvolver o espírito quaresmal de conversão; renovação interior e ação comunitária, e, prática de gestos concretos de fraternidade. Este ano, por exemplo, a Campanha é ecumênica, o que acontece, em média, a cada cinco anos. A iniciativa congrega diversas denominações cristãs. Em 2021, ela fala em ‘Fraternidade e Diálogo: compromisso de amor’. O lema ‘Cristo é a nossa paz: do que era dividido, fez uma unidade’ (Ef. 2.14).

     Na Diocese, a Campanha da Fraternidade é desenvolvida desde 1964, à luz e na perspectiva das Diretrizes Gerais da Ação Pastoral/Evangelizadora da Igreja. Everton Meneguzo, Mônica Josmara Urbam (in memorian), Márcia Simões são algumas das pessoas que estiveram à frente das reflexões, organização e avaliação da campanha e das formações na Diocese de Ponta Grossa, entre 2000 e 2008. Formações que envolvem padres, religiosos, diáconos e lideranças de paróquias, pastorais e movimentos.

     Em 2010, o casal Antônio e Íria Portela (FOTO) assumiu a coordenação diocesana da Campanha da Fraternidade, missão que devem passar a diante este ano. Após 11 anos de dedicação, o destaque de ambos é o Povo de Deus. Povo que sempre os abraçou e os esperava ávido para saber mais sobre os temas que estavam afligindo o brasileiro. Uma distinção especial também ao apoio do bispo dom Sergio Arthur Braschi, que sempre os incentivou na coordenação.


∗Fontes /Bibliografias:

Conferência Nacional dos Bispos do Brasil/CNBB


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Publicado em: 11/02/2021

Campanha da Fraternidade, luz e vida

Ação foi o berço de pelo menos duas pastorais

 

   Em 1961 três padres responsáveis pela Cáritas Brasileira idealizaram uma campanha para arrecadar fundos para as atividades assistenciais e promocionais da instituição e torná-la autônoma. A atividade foi chamada Campanha da Fraternidade e realizada, pela primeira vez, na Quaresma de 1962, em Natal (RN), com adesão de três dioceses e apoio financeiro dos bispos norte-americanos. Em 1963, 16 dioceses do Nordeste realizaram a campanha. Não teve êxito financeiro, mas foi o embrião de um projeto anual lançado, em nível nacional, em dezembro de 1964.

     A Campanha da Fraternidade é um grande instrumento para desenvolver o espírito quaresmal de conversão; renovação interior e ação comunitária, e, prática de gestos concretos de fraternidade. Este ano, por exemplo, a Campanha é ecumênica, o que acontece, em média, a cada cinco anos. A iniciativa congrega diversas denominações cristãs. Em 2021, ela fala em ‘Fraternidade e Diálogo: compromisso de amor’. O lema ‘Cristo é a nossa paz: do que era dividido, fez uma unidade’ (Ef. 2.14).

     Na Diocese, a Campanha da Fraternidade é desenvolvida desde 1964, à luz e na perspectiva das Diretrizes Gerais da Ação Pastoral/Evangelizadora da Igreja. Everton Meneguzo, Mônica Josmara Urbam (in memorian), Márcia Simões são algumas das pessoas que estiveram à frente das reflexões, organização e avaliação da campanha e das formações na Diocese de Ponta Grossa, entre 2000 e 2008. Formações que envolvem padres, religiosos, diáconos e lideranças de paróquias, pastorais e movimentos.

     Em 2010, o casal Antônio e Íria Portela (FOTO) assumiu a coordenação diocesana da Campanha da Fraternidade, missão que devem passar a diante este ano. Após 11 anos de dedicação, o destaque de ambos é o Povo de Deus. Povo que sempre os abraçou e os esperava ávido para saber mais sobre os temas que estavam afligindo o brasileiro. Uma distinção especial também ao apoio do bispo dom Sergio Arthur Braschi, que sempre os incentivou na coordenação.


∗Fontes /Bibliografias:

Conferência Nacional dos Bispos do Brasil/CNBB


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  |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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