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Publicado em: 26/09/2021

Ser uma Igreja próxima de quem sofre

Assembleia do Povo de Deus sugere o encontro

 
A Assembleia se inspirou na  Exortação Apostólica Amoris Laetitia A Assembleia se inspirou na Exortação Apostólica Amoris Laetitia | Crédito: AssCom Diocese de Ponta Grossa

      Tornar nossas paróquias mais acolhedoras aproveitando as oportunidades que a presença das pessoas favorece, promovendo a metodologia do verdadeiro encontro. Melhorar a articulação e convivência entre as pastorais, criando maior integração entre os serviços. Resgatar e ter clareza dos princípios que norteiam a caminhada da Igreja. Essas foram as principais conclusões a que chegaram os representantes de pastorais, movimentos e associações de toda a Diocese de Ponta, reunidos na sexta-feira (24) e sábado, para a 41ª Assembleia do Povo de Deus. 


     Sob a luz do tema ‘Iniciação à vida cristã, Amoris Laetitia e Ano de São José’, abordado com maestria por Dom Ricardo Hoepers, bispo da Diocese de Rio Grande (RS), a Assembleia ocorreu de forma híbrida. A assessoria do bispo gaúcho auxiliou as discussões que aconteceram no período da manhã do sábado, com a formação de grupos, debate, apresentação das ideias e elaboração da síntese. Para o bispo Dom Sergio Arthur Braschi, que acompanhou tudo, o momento foi de uma riqueza muito grande. “Tivemos representantes de pastorais, movimentos e associações de toda a Diocese. E a mesma coisa está acontecendo nas outras 18 dioceses e eparquias ucranianas. A assessoria de Dom Ricardo está sendo extremamente útil e iluminadora para que na retomada pós pandemia se possa ser uma igreja que serve a sociedade e se aproxima das realidades de carência e de sofrimento”, avaliou.


      Ainda segundo Dom Sergio, dentro da grande diversidade de movimentos, pastorais e iniciativas é preciso manter a unidade. “Tem toda a dimensão da formação, integração das pastorais e todos juntos, na iniciação à vida cristã, precisamos ser verdadeiramente discípulos numa atitude de saída, numa aproximação da sociedade concreta: das crianças, jovens, adultos e dos idosos”, acrescentou o bispo, posição que foi reforçada pelo coordenador dos Ministros Extraordinários da Comunhão e da Esperança, Marcos Aurélio Dias. “A preocupação é sempre as pastorais e movimentos trabalharem juntos porque fazem parte da mesma Igreja. Essa é uma dificuldade”, comentou.


Síntese


     Os demais pontos acordados na Assembleia do Povo de Deus deste ano disseram respeito a necessidade de acolher aqueles que vêm até a Igreja buscando acolhida, orientação e também os sacramentos; fortalecer o diálogo e a integração entre as pastorais (ir além dos cursos de batismo, noivos, catequese, pastoral familiar, jovens); criar espaços de escuta e convivência considerando as diversas etapas da vida, acolhendo a pessoa que está ali, como ela é; integrar as lideranças, movimentos e pastorais, extrapolando o contato em reuniões dos conselhos pastorais; favorecer a formação constante e permanente para as lideranças.


     Também valorizar as iniciativas e ações do dia a dia; combater o desengajamento moral; ter a visão de que o conjunto das pastorais, na sua diversidade, fortalece a unidade de toda a paróquia; ter espírito missionário e protagonizar uma Igreja em saída, que se aproxima das carências humanas e tem por meta cuidar da vida e da Casa Comum; retomar com dinamismo e compromisso as visitas às casas/famílias no pós-pandemia; acolher e valorizar as pessoas nas suas diversas etapas da vida (crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos); buscar a presença amorosa e equilíbrio em todas as dimensões do ser humano e tornar as informações mais claras e constantes.


 


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Publicado em: 26/09/2021

Ser uma Igreja próxima de quem sofre

Assembleia do Povo de Deus sugere o encontro

 

      Tornar nossas paróquias mais acolhedoras aproveitando as oportunidades que a presença das pessoas favorece, promovendo a metodologia do verdadeiro encontro. Melhorar a articulação e convivência entre as pastorais, criando maior integração entre os serviços. Resgatar e ter clareza dos princípios que norteiam a caminhada da Igreja. Essas foram as principais conclusões a que chegaram os representantes de pastorais, movimentos e associações de toda a Diocese de Ponta, reunidos na sexta-feira (24) e sábado, para a 41ª Assembleia do Povo de Deus. 


     Sob a luz do tema ‘Iniciação à vida cristã, Amoris Laetitia e Ano de São José’, abordado com maestria por Dom Ricardo Hoepers, bispo da Diocese de Rio Grande (RS), a Assembleia ocorreu de forma híbrida. A assessoria do bispo gaúcho auxiliou as discussões que aconteceram no período da manhã do sábado, com a formação de grupos, debate, apresentação das ideias e elaboração da síntese. Para o bispo Dom Sergio Arthur Braschi, que acompanhou tudo, o momento foi de uma riqueza muito grande. “Tivemos representantes de pastorais, movimentos e associações de toda a Diocese. E a mesma coisa está acontecendo nas outras 18 dioceses e eparquias ucranianas. A assessoria de Dom Ricardo está sendo extremamente útil e iluminadora para que na retomada pós pandemia se possa ser uma igreja que serve a sociedade e se aproxima das realidades de carência e de sofrimento”, avaliou.


      Ainda segundo Dom Sergio, dentro da grande diversidade de movimentos, pastorais e iniciativas é preciso manter a unidade. “Tem toda a dimensão da formação, integração das pastorais e todos juntos, na iniciação à vida cristã, precisamos ser verdadeiramente discípulos numa atitude de saída, numa aproximação da sociedade concreta: das crianças, jovens, adultos e dos idosos”, acrescentou o bispo, posição que foi reforçada pelo coordenador dos Ministros Extraordinários da Comunhão e da Esperança, Marcos Aurélio Dias. “A preocupação é sempre as pastorais e movimentos trabalharem juntos porque fazem parte da mesma Igreja. Essa é uma dificuldade”, comentou.


Síntese


     Os demais pontos acordados na Assembleia do Povo de Deus deste ano disseram respeito a necessidade de acolher aqueles que vêm até a Igreja buscando acolhida, orientação e também os sacramentos; fortalecer o diálogo e a integração entre as pastorais (ir além dos cursos de batismo, noivos, catequese, pastoral familiar, jovens); criar espaços de escuta e convivência considerando as diversas etapas da vida, acolhendo a pessoa que está ali, como ela é; integrar as lideranças, movimentos e pastorais, extrapolando o contato em reuniões dos conselhos pastorais; favorecer a formação constante e permanente para as lideranças.


     Também valorizar as iniciativas e ações do dia a dia; combater o desengajamento moral; ter a visão de que o conjunto das pastorais, na sua diversidade, fortalece a unidade de toda a paróquia; ter espírito missionário e protagonizar uma Igreja em saída, que se aproxima das carências humanas e tem por meta cuidar da vida e da Casa Comum; retomar com dinamismo e compromisso as visitas às casas/famílias no pós-pandemia; acolher e valorizar as pessoas nas suas diversas etapas da vida (crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos); buscar a presença amorosa e equilíbrio em todas as dimensões do ser humano e tornar as informações mais claras e constantes.


 


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A Assembleia se inspirou na Exortação Apostólica Amoris Laetitia   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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Dom Sergio acompanhou toda a Assembleia   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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Representantes de pastorais e movimentos juntos para as reflexões   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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Os dois dias da Assembleia ocorreram no quarto andar do prédio da Cúria Diocesana   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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Grupo responsável pela síntese das ideias, assessorado pelo padre Joel Nalepa   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa


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