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Publicado em: 05/10/2021

Uma Diocese em missão

O belo caminhar de um povo missionário

 
Missionários enviados a Lábrea entre 2019 e 2020 Missionários enviados a Lábrea entre 2019 e 2020 | Crédito: Arquivo AssCom Diocese de Ponta Grossa

     “A Igreja peregrina é, por sua natureza, missionária, visto que tem sua origem, segundo o desígnio de Deus Pai, na ‘missão’ do Filho e do Espírito Santo”. Assim firma o decreto Concílio Vaticano II sobre a atividade missionária. Uma atividade que na Diocese de Ponta Grossa é manifesta. A começar pelo seu bispo, Dom Sergio Arthur Braschi, que tem impresso em seu ‘DNA espiritual’ o designo missionário. Ainda seminarista, Dom Sergio foi em missão para o Nordeste, ação que se repetiria durante vários anos seguidos. Já sacerdote, de 1973 a 1986, por 14 vezes passou férias nas Dioceses de Mossoró (RN) e Cajazeiras (PB), ajudando nas paróquias e capelas do sertão. 


     Sair em missão nas férias foi um hábito que manteve mesmo depois do episcopado. Dom Sergio é o bispo referencial para as missões no Paraná, integra o Conselho Episcopal de Pastoral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, tendo composto o Conselho Episcopal para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial por 12 anos e o presidindo por outros quatro. Em 2018, Dom Sergio esteve na Prelazia de Lábrea, no Amazonas, circunscrição parceira da Diocese de Ponta Grossa no Projeto Igrejas-Irmãs desde janeiro de 2013. De 2013 até hoje, quatro padres diocesanos estiveram em missão na Prelazia. Em março de 2020, a Diocese assumiu a Paróquia São João Batista, no município de Canutama, onde estão servindo os sacerdotes Osvaldo Pinheiro e José Nilson Santos. 


     A presença da Diocese na Amazônia não se dá apenas no serviço de seus sacerdotes – José Lauro Gonçalves Gomes, Adevilson Dias de Lara, José Nilson e Osvaldo – mas também na atuação missionária de diáconos, consagrados, leigos e seminaristas, que, por dois anos seguidos, foram enviados à região. Ainda pela ajuda concreta ofertada na forma de recursos financeiros, como os R$ 33.230 arrecadados pelas crianças da Catequese, em 2018. E os R$ 116.963,90 coletados na Campanha Colaborar com a Missão é presentear Jesus no irmão’, desenvolvida durante o Advento e o Natal, ano passado. Manuais para catequistas e para catequizandos, roupas, bonecas...tudo presente da Igreja de Ponta Grossa à Igreja de Lábrea.


     Mas, o perfil missionário da Diocese começou a se configurar há tempos e se verifica em outras frentes. O despertar para a missão do casal Pedro e Salete Lang nasceu ainda nas Santas Missões Populares e levou os diocesanos a ficarem por quatro anos na Missão Católica São Paulo VI, na Guiné Bissau, na África. Pioneiros, que ao lado do também diácono Metódio Retexin, abriram caminho para o servir de tantos outros, das diferentes dioceses do Paraná. Seja no serviço além fronteira ou visitas de porta em porta nas vilas e em reservas indígenas da região; na Amazônia, no Pará ou em Rondônia, via o ‘Igrejas-Irmãs’ ou o Projeto Amazônia do Movimento dos Focolares, os discípulos e missionários realizam um ótimo trabalho no campo do Senhor.


 


Fontes


‘Aprendendo a ser missionário com Santa Teresinha’, padre Flávio Sobreiro in www.formacao.cancaonova.com


  • Diocede Ponta Grossa


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Publicado em: 05/10/2021

Uma Diocese em missão

O belo caminhar de um povo missionário

 

     “A Igreja peregrina é, por sua natureza, missionária, visto que tem sua origem, segundo o desígnio de Deus Pai, na ‘missão’ do Filho e do Espírito Santo”. Assim firma o decreto Concílio Vaticano II sobre a atividade missionária. Uma atividade que na Diocese de Ponta Grossa é manifesta. A começar pelo seu bispo, Dom Sergio Arthur Braschi, que tem impresso em seu ‘DNA espiritual’ o designo missionário. Ainda seminarista, Dom Sergio foi em missão para o Nordeste, ação que se repetiria durante vários anos seguidos. Já sacerdote, de 1973 a 1986, por 14 vezes passou férias nas Dioceses de Mossoró (RN) e Cajazeiras (PB), ajudando nas paróquias e capelas do sertão. 


     Sair em missão nas férias foi um hábito que manteve mesmo depois do episcopado. Dom Sergio é o bispo referencial para as missões no Paraná, integra o Conselho Episcopal de Pastoral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, tendo composto o Conselho Episcopal para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial por 12 anos e o presidindo por outros quatro. Em 2018, Dom Sergio esteve na Prelazia de Lábrea, no Amazonas, circunscrição parceira da Diocese de Ponta Grossa no Projeto Igrejas-Irmãs desde janeiro de 2013. De 2013 até hoje, quatro padres diocesanos estiveram em missão na Prelazia. Em março de 2020, a Diocese assumiu a Paróquia São João Batista, no município de Canutama, onde estão servindo os sacerdotes Osvaldo Pinheiro e José Nilson Santos. 


     A presença da Diocese na Amazônia não se dá apenas no serviço de seus sacerdotes – José Lauro Gonçalves Gomes, Adevilson Dias de Lara, José Nilson e Osvaldo – mas também na atuação missionária de diáconos, consagrados, leigos e seminaristas, que, por dois anos seguidos, foram enviados à região. Ainda pela ajuda concreta ofertada na forma de recursos financeiros, como os R$ 33.230 arrecadados pelas crianças da Catequese, em 2018. E os R$ 116.963,90 coletados na Campanha Colaborar com a Missão é presentear Jesus no irmão’, desenvolvida durante o Advento e o Natal, ano passado. Manuais para catequistas e para catequizandos, roupas, bonecas...tudo presente da Igreja de Ponta Grossa à Igreja de Lábrea.


     Mas, o perfil missionário da Diocese começou a se configurar há tempos e se verifica em outras frentes. O despertar para a missão do casal Pedro e Salete Lang nasceu ainda nas Santas Missões Populares e levou os diocesanos a ficarem por quatro anos na Missão Católica São Paulo VI, na Guiné Bissau, na África. Pioneiros, que ao lado do também diácono Metódio Retexin, abriram caminho para o servir de tantos outros, das diferentes dioceses do Paraná. Seja no serviço além fronteira ou visitas de porta em porta nas vilas e em reservas indígenas da região; na Amazônia, no Pará ou em Rondônia, via o ‘Igrejas-Irmãs’ ou o Projeto Amazônia do Movimento dos Focolares, os discípulos e missionários realizam um ótimo trabalho no campo do Senhor.


 


Fontes


‘Aprendendo a ser missionário com Santa Teresinha’, padre Flávio Sobreiro in www.formacao.cancaonova.com


Diocede Ponta Grossa
Missionários enviados a Lábrea entre 2019 e 2020   |   Arquivo AssCom Diocese de Ponta Grossa


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