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Na Trilha da Fé
Publicado em: 29/04/2021

Há seis décadas sendo um Vicentino

José Meira geriu três vezes o Conselho Central

 
| Crédito: AssCom Diocese de Ponta Grossa

      “Visitar as famílias onde estão. O Cristo visitando Cristo”. A bela missão dos Vicentinos é assim definida por José Maciel Meira, ele que conhece tão bem a Sociedade de São Vicente de Paulo, uma organização de homens e mulheres, leigos, que se dedicam ao trabalho cristão de Caridade. Fundada em 1833, em Paris, por alguns jovens liderados pelo beato Frederico Ozanam, a organização chegou ao Brasil em agosto de 1872. A Sociedade de São Vicente Paulo foi criada em Ponta Grossa no dia 16 de março de 1902, com a Conferência Sant’Ana.

     Em 30 de novembro de 1930 foi instalada a unidade administrativa dos Vicentinos, conhecido como Conselho Central de Ponta Grossa. Hoje, o Conselho abrange municípios da Diocese de Ponta Grossa e também Curiúva, da Diocese de Cornélio Procópio, Palmeira, da Arquidiocese de Curitiba, e boa parte do estado de Santa Catarina. É sob o olhar de José Meira, Vicentino desde o início dos anos 60 e que estudou na Vila Vicentina quando criança, ao vir do distrito de Itaiacoca, que falaremos sobre o encantamento despertado nele pela acolhedora atuação dos primeiros Vicentinos, especialmente João da Silva, reconhecido por seu carisma e simpatia.

     Em agosto de 1971, Meira, que havia se afastado da Sociedade, ficou desempregado e sentiu a Providência Divina chegar até ele pelas mãos dos irmãos Vicentinos. Eram eles que traziam os artigos dos quais estava necessitando, no momento em que acabavam. “Tempos difíceis”. Ação providencial que terminou por envolvê-lo. Na Conferência, foi tesoureiro e eleito três vezes presidente do Conselho Central, um fato quase que inédito no Brasil. José Meira conviveu com Dom Antônio Mazzarotto, que se auto-intitulava ‘o Vicentino número 1 de Ponta Grossa’. As reuniões, inclusive, aconteciam na residência do bispo, que, ao final, do seu leito, dava sua bênção aos Vicentinos.

     A missão da Sociedade São Vicente de Paulo é visitar as famílias carentes, atender, promover, ajudar e encaminhar. Paralelo a isso existem as Obras Unidas, que envolvem o asilo, a Vila Vicentina, a Casa da Acolhida e o Hospital Vicentino, cedido depois em comodato aos Camilianos. São oito asilos na Diocese de Ponta Grossa, mantidos via doações, convênios e recursos advindos da locação de imóveis. Somente em Ponta Grossa, são 70 funcionários e 97 moradores. Atualmente, há perto de 200 Vicentinos na Diocese José Maciel Meira, que atua profissionalmente no setor gráfico (FOTO), já recebeu certificado de honra ao mérito por sua caminhada, pelos préstimos à promoção à vida, à promoção humana


Fote

- José Maciel Meira.


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Publicado em: 29/04/2021

Há seis décadas sendo um Vicentino

José Meira geriu três vezes o Conselho Central

 

      “Visitar as famílias onde estão. O Cristo visitando Cristo”. A bela missão dos Vicentinos é assim definida por José Maciel Meira, ele que conhece tão bem a Sociedade de São Vicente de Paulo, uma organização de homens e mulheres, leigos, que se dedicam ao trabalho cristão de Caridade. Fundada em 1833, em Paris, por alguns jovens liderados pelo beato Frederico Ozanam, a organização chegou ao Brasil em agosto de 1872. A Sociedade de São Vicente Paulo foi criada em Ponta Grossa no dia 16 de março de 1902, com a Conferência Sant’Ana.

     Em 30 de novembro de 1930 foi instalada a unidade administrativa dos Vicentinos, conhecido como Conselho Central de Ponta Grossa. Hoje, o Conselho abrange municípios da Diocese de Ponta Grossa e também Curiúva, da Diocese de Cornélio Procópio, Palmeira, da Arquidiocese de Curitiba, e boa parte do estado de Santa Catarina. É sob o olhar de José Meira, Vicentino desde o início dos anos 60 e que estudou na Vila Vicentina quando criança, ao vir do distrito de Itaiacoca, que falaremos sobre o encantamento despertado nele pela acolhedora atuação dos primeiros Vicentinos, especialmente João da Silva, reconhecido por seu carisma e simpatia.

     Em agosto de 1971, Meira, que havia se afastado da Sociedade, ficou desempregado e sentiu a Providência Divina chegar até ele pelas mãos dos irmãos Vicentinos. Eram eles que traziam os artigos dos quais estava necessitando, no momento em que acabavam. “Tempos difíceis”. Ação providencial que terminou por envolvê-lo. Na Conferência, foi tesoureiro e eleito três vezes presidente do Conselho Central, um fato quase que inédito no Brasil. José Meira conviveu com Dom Antônio Mazzarotto, que se auto-intitulava ‘o Vicentino número 1 de Ponta Grossa’. As reuniões, inclusive, aconteciam na residência do bispo, que, ao final, do seu leito, dava sua bênção aos Vicentinos.

     A missão da Sociedade São Vicente de Paulo é visitar as famílias carentes, atender, promover, ajudar e encaminhar. Paralelo a isso existem as Obras Unidas, que envolvem o asilo, a Vila Vicentina, a Casa da Acolhida e o Hospital Vicentino, cedido depois em comodato aos Camilianos. São oito asilos na Diocese de Ponta Grossa, mantidos via doações, convênios e recursos advindos da locação de imóveis. Somente em Ponta Grossa, são 70 funcionários e 97 moradores. Atualmente, há perto de 200 Vicentinos na Diocese José Maciel Meira, que atua profissionalmente no setor gráfico (FOTO), já recebeu certificado de honra ao mérito por sua caminhada, pelos préstimos à promoção à vida, à promoção humana


Fote

- José Maciel Meira.


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