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Publicado em: 30/08/2022

Bispo dedica igreja do santuário de Nossa Senhora das Brotas

O altar foi consagrado e ganhou relíquia

 
Dom Sergio celebrou o rito de dedicação da igreja e consagração do altar Dom Sergio celebrou o rito de dedicação da igreja e consagração do altar | Crédito: Comunicação Santuário Nossa Senhora das Brotas

      O bispo Dom Sergio Arthur Braschi celebrou, no sábado (27), em Piraí do Sul, a dedicação da igreja do Santuário Diocesano de Nossa Senhora das Brotas, que teve também seu altar consagrado e honrado com a relíquia de primeiro grau de Santo Antônio de Sant’Ana Galvão. A igreja esteve lotada para acompanhar a emocionante missa solene com os ritos de dedicação, consagração e unção, iluminação e bênção do altar e das 12 cruzes da igreja. 


      Já durante a acolhida, foi lido um histórico do santuário diocesano, detalhando a devoção a Nossa Senhora das Brotas, que começou com a passagem de São Frei Galvão por Piraí do Sul, onde deixou a efígie com a pintura da santa à viúva Ana Rosa. Ao presentear a moradora, frei Galvão teria dito que a imagem deveria ser venerada por ser milagrosa. A veneração, acompanhada de muitos milagres, perdura até hoje. Quatro igrejas foram construídas desde então. O local passou por diversas adequações e reformas, com a ajuda do povo de Piraí e devotos espalhados pelo mundo. “O mesmo bispo que criou o santuário, em 2013, dedicará solenemente sua igreja e o seu altar, ungindo-os com santo óleo de crisma, tornando sacramentalmente visível a presença de Cristo nesse lugar, que reúne a Igreja viva e peregrina”, destacava o texto. Na procissão de entrada, foram trazidas a efígie e a relíquia.


     O bispo Dom Sergio enalteceu a beleza do momento. “A igreja e o altar serão consagrados para o serviço de Deus. De fato, nós somos o santuário, como ouvimos na leitura. Por isso, é preciso se respeitar o homem, a mulher, a criança porque nós somos o templo de Deus. Ele nos habita desde o batismo. O verdadeiro alicerce é Cristo Jesus, que é simbolizado pelo altar, em qualquer templo católico. É o ponto central de uma igreja. Como esse preparado com tanto carinho”, comentou Dom Sergio, explicando o significado de toda a celebração. 


     De acordo com o bispo, seria feita a unção do altar e das 12 cruzes, que simbolizam os 12 apóstolos. Depois, seriam iluminadas as cruzes por 12 pessoas representando a comunidade. Foram incensados o altar, as pessoas e as cruzes, como templo de Deus. “Incensar remete a Deus. É Ele quem recebe esse louvor, essa adoração. Estou explicando tudo isso para vocês observarem, entenderem, participarem, acreditarem e serem testemunhas da História. Aprendamos nessa noite santa que nós somos o templo de Deus. Por isso somos convocados a vivermos a sinodalidade, na amplitude das três palavras ensinadas pelo Papa: ‘comunhão’ (sempre unidos), ‘participação’ (dando a nossa parte, cada um os seus dons) e ‘missão’ (levar o Evangelho a todos porque o projeto de Deus é para todos”, enfatizou Dom Sergio. 


     O reitor do Santuário de Brotas, padre Roberval Mulhstedt, destacou que a celebração foi muito bonita, participativa e profunda, marcando a caminhada pastoral do santuário. “Muito envolvente devido a simbologia de cada momento. Foram abençoados também os quatro últimos ícones pintados na igreja: a capela do Santíssimo, capela do batismo, o confessionário e o espaço de Frei Galvão, além disso tivemos a graça ode receber definitivamente o fragmento do osso do santo, que foi fixado no centro do altar. Ele que deixou a efígie de Nossa Senhora das Brotas a viúva Ana Rosa, em 1808, e hoje temos a graça de ter um pedacinho dele no santuário, no altar consagrado. Uma celebração cheia de significado, de mistério teológico e litúrgico, que levou o povo a uma maior espiritualidade, a uma profunda oração. O santuário hoje está catequizando pelo simples fato de se estar nele, entrar nele. Evangeliza pelos ícones, pela cruz central, pela relíquia exposta no meio do altar. (Tudo isso) fala por si mesmo. Essa celebração veio fechar com chave de ouro a reforma que tivemos no santuário”, analisou o reitor, agradecendo aos concelebrantes padres Thiago Ingenchki e Rodrigo Ribas, colaboradores pastorais, e aos diáconos Marcelo Miró Cioffi, Vanderlei Staron e Paulo Henrique Capillé Fernandes. 


Relíquia


     A relíquia de primeiro grau de Santo Antônio de Sant’Ana Galvão veio do Mosteiro da Imaculada Conceição da Luz (Mosteiro da Luz) da Irmãs Concepcionistas, em São Paulo. Trata-se de um fragmento de osso do santo, que foi fixado no altar-mor, ficando definitivamente no santuário. A relíquia chegou no último dia 20 e foi exposta no tríduo celebrado em preparação ao rito de dedicação da igreja: nas noites dos dias 24, 25 e 26. 


     A igreja do santuário é a quarta já construída em honra a Nossa Senhora das Brotas. Sua construção foi iniciada em 1985. Foi abençoada em dezembro de 1987. Passou por diversas adequações, entre elas a edificação do atual presbitério, terminado em 2011. Em 21 de dezembro de 1999 o governo estadual instituiu Piraí do Sul, polo turístico religioso devido a peregrinação ao santuário. No dia 1º de maio de 2013, o bispo Dom Sergio Arthur Braschi assinou o decreto de criação e instalação oficial do Santuário Diocesano de Nossa Senhora das Brotas. 


 


 


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Publicado em: 30/08/2022

Bispo dedica igreja do santuário de Nossa Senhora das Brotas

O altar foi consagrado e ganhou relíquia

 

      O bispo Dom Sergio Arthur Braschi celebrou, no sábado (27), em Piraí do Sul, a dedicação da igreja do Santuário Diocesano de Nossa Senhora das Brotas, que teve também seu altar consagrado e honrado com a relíquia de primeiro grau de Santo Antônio de Sant’Ana Galvão. A igreja esteve lotada para acompanhar a emocionante missa solene com os ritos de dedicação, consagração e unção, iluminação e bênção do altar e das 12 cruzes da igreja. 


      Já durante a acolhida, foi lido um histórico do santuário diocesano, detalhando a devoção a Nossa Senhora das Brotas, que começou com a passagem de São Frei Galvão por Piraí do Sul, onde deixou a efígie com a pintura da santa à viúva Ana Rosa. Ao presentear a moradora, frei Galvão teria dito que a imagem deveria ser venerada por ser milagrosa. A veneração, acompanhada de muitos milagres, perdura até hoje. Quatro igrejas foram construídas desde então. O local passou por diversas adequações e reformas, com a ajuda do povo de Piraí e devotos espalhados pelo mundo. “O mesmo bispo que criou o santuário, em 2013, dedicará solenemente sua igreja e o seu altar, ungindo-os com santo óleo de crisma, tornando sacramentalmente visível a presença de Cristo nesse lugar, que reúne a Igreja viva e peregrina”, destacava o texto. Na procissão de entrada, foram trazidas a efígie e a relíquia.


     O bispo Dom Sergio enalteceu a beleza do momento. “A igreja e o altar serão consagrados para o serviço de Deus. De fato, nós somos o santuário, como ouvimos na leitura. Por isso, é preciso se respeitar o homem, a mulher, a criança porque nós somos o templo de Deus. Ele nos habita desde o batismo. O verdadeiro alicerce é Cristo Jesus, que é simbolizado pelo altar, em qualquer templo católico. É o ponto central de uma igreja. Como esse preparado com tanto carinho”, comentou Dom Sergio, explicando o significado de toda a celebração. 


     De acordo com o bispo, seria feita a unção do altar e das 12 cruzes, que simbolizam os 12 apóstolos. Depois, seriam iluminadas as cruzes por 12 pessoas representando a comunidade. Foram incensados o altar, as pessoas e as cruzes, como templo de Deus. “Incensar remete a Deus. É Ele quem recebe esse louvor, essa adoração. Estou explicando tudo isso para vocês observarem, entenderem, participarem, acreditarem e serem testemunhas da História. Aprendamos nessa noite santa que nós somos o templo de Deus. Por isso somos convocados a vivermos a sinodalidade, na amplitude das três palavras ensinadas pelo Papa: ‘comunhão’ (sempre unidos), ‘participação’ (dando a nossa parte, cada um os seus dons) e ‘missão’ (levar o Evangelho a todos porque o projeto de Deus é para todos”, enfatizou Dom Sergio. 


     O reitor do Santuário de Brotas, padre Roberval Mulhstedt, destacou que a celebração foi muito bonita, participativa e profunda, marcando a caminhada pastoral do santuário. “Muito envolvente devido a simbologia de cada momento. Foram abençoados também os quatro últimos ícones pintados na igreja: a capela do Santíssimo, capela do batismo, o confessionário e o espaço de Frei Galvão, além disso tivemos a graça ode receber definitivamente o fragmento do osso do santo, que foi fixado no centro do altar. Ele que deixou a efígie de Nossa Senhora das Brotas a viúva Ana Rosa, em 1808, e hoje temos a graça de ter um pedacinho dele no santuário, no altar consagrado. Uma celebração cheia de significado, de mistério teológico e litúrgico, que levou o povo a uma maior espiritualidade, a uma profunda oração. O santuário hoje está catequizando pelo simples fato de se estar nele, entrar nele. Evangeliza pelos ícones, pela cruz central, pela relíquia exposta no meio do altar. (Tudo isso) fala por si mesmo. Essa celebração veio fechar com chave de ouro a reforma que tivemos no santuário”, analisou o reitor, agradecendo aos concelebrantes padres Thiago Ingenchki e Rodrigo Ribas, colaboradores pastorais, e aos diáconos Marcelo Miró Cioffi, Vanderlei Staron e Paulo Henrique Capillé Fernandes. 


Relíquia


     A relíquia de primeiro grau de Santo Antônio de Sant’Ana Galvão veio do Mosteiro da Imaculada Conceição da Luz (Mosteiro da Luz) da Irmãs Concepcionistas, em São Paulo. Trata-se de um fragmento de osso do santo, que foi fixado no altar-mor, ficando definitivamente no santuário. A relíquia chegou no último dia 20 e foi exposta no tríduo celebrado em preparação ao rito de dedicação da igreja: nas noites dos dias 24, 25 e 26. 


     A igreja do santuário é a quarta já construída em honra a Nossa Senhora das Brotas. Sua construção foi iniciada em 1985. Foi abençoada em dezembro de 1987. Passou por diversas adequações, entre elas a edificação do atual presbitério, terminado em 2011. Em 21 de dezembro de 1999 o governo estadual instituiu Piraí do Sul, polo turístico religioso devido a peregrinação ao santuário. No dia 1º de maio de 2013, o bispo Dom Sergio Arthur Braschi assinou o decreto de criação e instalação oficial do Santuário Diocesano de Nossa Senhora das Brotas. 


 


 


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Dom Sergio celebrou o rito de dedicação da igreja e consagração do altar   |   Comunicação Santuário Nossa Senhora das Brotas

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O altar foi ungido com óleo de crisma   |   Comunicação Santuário Nossa Senhora das Brotas

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Todas as 12 cruzes receberam unção   |   Comunicação Santuário Nossa Senhora das Brotas

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No altar, foi fixada a relíquia de São Frei Galvão   |   Comunicação Santuário Nossa Senhora das Brotas

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Sob o piso em frente do altar, o livro com nomes e fotografias das famílias   |   Comunicação Santuário Nossa Senhora das Brotas

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Os celebrantes e a equipe litúrgica   |   Comunicação Santuário Nossa Senhora das Brotas

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Placa que resumiu a celebração está no átrio   |   Comunicação Santuário Nossa Senhora das Brotas

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O reitor agradeceu a todos os padres antecessores e religiosos que trabalharam pelo santuário   |   Comunicação Santuário Nossa Senhora das Brotas

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A emoção de Dom Sergio com a relíquia   |   Comunicação Santuário Nossa Senhora das Brotas

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Iconografias do artista Antônio Batista de Souza Júnior receberam benção   |   Comunicação Santuário Nossa Senhora das Brotas


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