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Publicado em: 18/10/2022

O Papa da alegria e do acolhimento

Paróquia é a segunda do Paraná

 
O Papa da comunicação, do acolhimento e da jovialidade O Papa da comunicação, do acolhimento e da jovialidade | Crédito: Arquivo AssCom Diocese de Ponta Grossa

 A primeira paróquia dedicada a João Paulo II fica em Salvador, na Bahia, e foi criada ainda antes da canonização, quando o Santo Padre estava em processo de beatificação. Há conhecimento de outras cinco que o acolheram como padroeiro. Se avaliado que no Brasil são 217 dioceses e 45 arquidioceses, percebe-se que se trata de uma honraria ainda pouco comum. No Paraná, a Paróquia São João Paulo II de Ponta Grossa será a segunda do estado. A primeira foi criada no Jardim Padovani, em Londrina, em 8 de agosto de 2016. 


     Ter São João Paulo II como padroeiro é ter como patrono um santo dos nossos tempos. Um ser querido e próximo já que ele faleceu em 2005. “Conhecemos sua trajetória, conhecemos o caminho que ele fez. Um dos maiores Papas que a Igreja já teve. O terceiro maior pontificado da história. Sua canonização foi muito rápida porque desde a ocasião de sua morte, 2 de abril de 2005, já era aclamado como santo. O processo correu muito rápido. O Papa Bento XVI, na época, concedeu a dispensa do tempo de abertura de um processo de beatificação e canonização – a Igreja pede cinco anos para iniciar um processo - porque os pedidos e relatos de milagres alcançados pela intercessão dele (São João Paulo II) eram numerosos. Na ocasião da beatificação, mais de 130 comunicados de graças chegavam ao Vaticano”, argumenta o administrador paroquial, padre Wagner Oliveira da Silva.


     De acordo com padre Wagner, a graça que foi levada em consideração foi a cura de uma religiosa que sofria do Mal de Parkinson desde a juventude. A doença também acometeu o Papa em seus últimos anos de vida. A religiosa pediu, então, a intercessão de São João Paulo II e, quando menos percebeu, os tremores pararam. Foram feitos exames médicos e laudos onde não se explicou cientificamente e humanamente a cura. A Igreja acolheu o milagre e o atribuiu a São João Paulo.


     Padre Wagner destaca que muitas características próprias de São João Paulo II são encontradas na futura paróquia. “Muita gente atesta que ela está se tornando uma igreja muito acolhedora. Se sentem acolhidas pelo próprio estilo da igreja, a beleza, as cores vivas, o povo jovial, aberto. O Papa era interativo, comunicativo, acolhia a todos, especialmente os jovens. Foi um dos que mais viajou. Esteve em mais de 150 países; foi um peregrino. Viveu em um período em que a comunicação estava tendo seu auge; viu o processo de início da internet. Acolheu o mundo com seu jeito muito comunicativo de ser”, enfatiza o padre.


 


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Publicado em: 18/10/2022

O Papa da alegria e do acolhimento

Paróquia é a segunda do Paraná

 

 A primeira paróquia dedicada a João Paulo II fica em Salvador, na Bahia, e foi criada ainda antes da canonização, quando o Santo Padre estava em processo de beatificação. Há conhecimento de outras cinco que o acolheram como padroeiro. Se avaliado que no Brasil são 217 dioceses e 45 arquidioceses, percebe-se que se trata de uma honraria ainda pouco comum. No Paraná, a Paróquia São João Paulo II de Ponta Grossa será a segunda do estado. A primeira foi criada no Jardim Padovani, em Londrina, em 8 de agosto de 2016. 


     Ter São João Paulo II como padroeiro é ter como patrono um santo dos nossos tempos. Um ser querido e próximo já que ele faleceu em 2005. “Conhecemos sua trajetória, conhecemos o caminho que ele fez. Um dos maiores Papas que a Igreja já teve. O terceiro maior pontificado da história. Sua canonização foi muito rápida porque desde a ocasião de sua morte, 2 de abril de 2005, já era aclamado como santo. O processo correu muito rápido. O Papa Bento XVI, na época, concedeu a dispensa do tempo de abertura de um processo de beatificação e canonização – a Igreja pede cinco anos para iniciar um processo - porque os pedidos e relatos de milagres alcançados pela intercessão dele (São João Paulo II) eram numerosos. Na ocasião da beatificação, mais de 130 comunicados de graças chegavam ao Vaticano”, argumenta o administrador paroquial, padre Wagner Oliveira da Silva.


     De acordo com padre Wagner, a graça que foi levada em consideração foi a cura de uma religiosa que sofria do Mal de Parkinson desde a juventude. A doença também acometeu o Papa em seus últimos anos de vida. A religiosa pediu, então, a intercessão de São João Paulo II e, quando menos percebeu, os tremores pararam. Foram feitos exames médicos e laudos onde não se explicou cientificamente e humanamente a cura. A Igreja acolheu o milagre e o atribuiu a São João Paulo.


     Padre Wagner destaca que muitas características próprias de São João Paulo II são encontradas na futura paróquia. “Muita gente atesta que ela está se tornando uma igreja muito acolhedora. Se sentem acolhidas pelo próprio estilo da igreja, a beleza, as cores vivas, o povo jovial, aberto. O Papa era interativo, comunicativo, acolhia a todos, especialmente os jovens. Foi um dos que mais viajou. Esteve em mais de 150 países; foi um peregrino. Viveu em um período em que a comunicação estava tendo seu auge; viu o processo de início da internet. Acolheu o mundo com seu jeito muito comunicativo de ser”, enfatiza o padre.


 


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O Papa da comunicação, do acolhimento e da jovialidade   |   Arquivo AssCom Diocese de Ponta Grossa


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