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Publicado em: 22/10/2021

Missa acolhe relíquia São João Paulo II

Paróquia São Miguel de Irati recebeu o presente na noite de ontem

 
Dom Sergio com a relíquia de São João Paulo II Dom Sergio com a relíquia de São João Paulo II | Crédito: Pascom Paróquia São Miguel

     Definida pelo bispo Dom Sergio Arthur Braschi como ‘vigília antecipada da festa litúrgica de São João Paulo II’ a missa de acolhida da relíquia do santo padre, ontem (21), na Paróquia São Miguel, em Irati, foi cheia de simbolismos. Em especial, a celebração evidenciou a ligação do pontífice, nascido Karol Wojtyla, um polonês de origem humilde, com a comunidade paroquial. Desde o comentário inicial, com saudação em polonês e em português, à presença na procissão de entrada de duas meninas com vestimentas típicas ao canto da música A Barca, do padre Zezinho, na língua materna do Papa Santo, tudo remeteu à cultura dos descendentes europeus que fundaram e mantém com sua fé a Paróquia São Miguel.


     Logo no início, foi apresentada a relíquia e lido o documento que acompanha todo o despojo autêntico, reconhecido pelo arcebispo de Leópolis, na Ucrânia, Mieczysław Mokrzycki. O documento foi autenticado dia 25 de setembro de 2020. Dom Sergio fez a leitura, destacando se tratar de uma relíquia de primeiro grau: fios de cabelo do Papa. “Pequeno fragmento do Papa tão amado. Lembro bem quando fazia suas viagens e aparecia ele falando ao povo, com os cabelos voando com o vento. Hoje é um dia especialíssimo para todos os devotos de São João Paulo II, que honra e dignifica toda a Igreja, especialmente a da Polônia, e, agora, a de Irati, com a sua intercessão”, comentou o bispo, mostrando que os fios estavam em uma teca metálica redonda, bem fechada, revestida com um fio e velada.


     Dom Sergio lembrou que a festividade, programada há um ano, teve que ser adiada devido a pandemia e as condições de saúde fizeram que somente agora pudesse ser trazida à cidade a relíquia. “A Igreja canoniza para que os santos intercedam por nós e depois para que os imitemos. Muito particularmente, São João Paulo II que viveu em grau heróico o testemunho de Cristo”, enalteceu o bispo. A emoção de todos era resumida pela comentarista, no início da celebração, “ressaltamos ainda mais nosso agradecimento ao Senhor, pois no seu grande amor, não esqueceu seu povo e nos enviou um consolo de grande valia. Recebemos nessa paróquia, fundada há 73 anos por imigrantes poloneses, algo que nos aproxima daquele que é o polaco mais amado e mais querido em todo o mundo. Uma relíquia daquele que foi seu servo justo, fiel e amoroso, e, agora intercede por nós diante do Altíssimo”, destacava, lembrando que São João Paulo II foi o primeiro papa não italiano desde o século XVI.


     No final da missa, um coral da comunidade polonesa cantou, em polonês, a música ‘A Barca’, do padre Zezinho, canção da qual São João Paulo gostava muito. Nelsi Pabis, representando a Braspol, entidade de intercâmbio entre o Brasil e a Polônia, agradeceu o empenho da Diocese de Ponta Grossa em trazer as relíquias para Irati. “Um grande presente, especialmente, neste ano quando a comunidade polonesa comemora 150 anos no Paraná. O polonês é um povo extremamente religioso. Quando vieram, trouxeram o quadro de Nossa Senhora de Czestochowa, a quem recorriam a todos os momentos e acreditam que, graças a ela, venceram, tanto os imigrantes como os que lá ficaram. A luta do povo polonês é pela sua liberdade e por sua liberdade política; e nós, descendentes, temos um grupo que tem por objetivo resgatar, preservar e disseminar as tradições e fazemos muito via a religiosidade, inclusive essa igreja foi edificada pelos poloneses. Esse é o nosso espaço onde temos várias celebrações”, contou.


     O bispo rememorou, então, que a obtenção das relíquias se deu graças a ação de padres da Congregação de Sion e do padre Cristiano Rodrigues, que é de Irati, mas está servindo em Castro. “Muitas pessoas de Castro, em São Paulo, na Polônia fizeram os contatos. Foram três relíquias conseguidas: uma ficou em São Paulo, outra em Castro e esta que foi reservada, com muito carinho, para a São Miguel. Ela estava na capela da casa do bispo, eu que sou devoto e aprendi a amar João Paulo II desde que ficou Papa”.


     O pároco da Paróquia São Miguel Arcanjo, padre Sandro Brandt, informou que ainda não foi definida uma programação para a exposição e veneração da relíquia, citando que ainda será preciso resolver algumas questões estruturais da igreja, o que será feito junto a um arquiteto, e, que, por enquanto, a relíquia ficará guardada na capela do Santíssimo.


 


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Publicado em: 22/10/2021

Missa acolhe relíquia São João Paulo II

Paróquia São Miguel de Irati recebeu o presente na noite de ontem

 

     Definida pelo bispo Dom Sergio Arthur Braschi como ‘vigília antecipada da festa litúrgica de São João Paulo II’ a missa de acolhida da relíquia do santo padre, ontem (21), na Paróquia São Miguel, em Irati, foi cheia de simbolismos. Em especial, a celebração evidenciou a ligação do pontífice, nascido Karol Wojtyla, um polonês de origem humilde, com a comunidade paroquial. Desde o comentário inicial, com saudação em polonês e em português, à presença na procissão de entrada de duas meninas com vestimentas típicas ao canto da música A Barca, do padre Zezinho, na língua materna do Papa Santo, tudo remeteu à cultura dos descendentes europeus que fundaram e mantém com sua fé a Paróquia São Miguel.


     Logo no início, foi apresentada a relíquia e lido o documento que acompanha todo o despojo autêntico, reconhecido pelo arcebispo de Leópolis, na Ucrânia, Mieczysław Mokrzycki. O documento foi autenticado dia 25 de setembro de 2020. Dom Sergio fez a leitura, destacando se tratar de uma relíquia de primeiro grau: fios de cabelo do Papa. “Pequeno fragmento do Papa tão amado. Lembro bem quando fazia suas viagens e aparecia ele falando ao povo, com os cabelos voando com o vento. Hoje é um dia especialíssimo para todos os devotos de São João Paulo II, que honra e dignifica toda a Igreja, especialmente a da Polônia, e, agora, a de Irati, com a sua intercessão”, comentou o bispo, mostrando que os fios estavam em uma teca metálica redonda, bem fechada, revestida com um fio e velada.


     Dom Sergio lembrou que a festividade, programada há um ano, teve que ser adiada devido a pandemia e as condições de saúde fizeram que somente agora pudesse ser trazida à cidade a relíquia. “A Igreja canoniza para que os santos intercedam por nós e depois para que os imitemos. Muito particularmente, São João Paulo II que viveu em grau heróico o testemunho de Cristo”, enalteceu o bispo. A emoção de todos era resumida pela comentarista, no início da celebração, “ressaltamos ainda mais nosso agradecimento ao Senhor, pois no seu grande amor, não esqueceu seu povo e nos enviou um consolo de grande valia. Recebemos nessa paróquia, fundada há 73 anos por imigrantes poloneses, algo que nos aproxima daquele que é o polaco mais amado e mais querido em todo o mundo. Uma relíquia daquele que foi seu servo justo, fiel e amoroso, e, agora intercede por nós diante do Altíssimo”, destacava, lembrando que São João Paulo II foi o primeiro papa não italiano desde o século XVI.


     No final da missa, um coral da comunidade polonesa cantou, em polonês, a música ‘A Barca’, do padre Zezinho, canção da qual São João Paulo gostava muito. Nelsi Pabis, representando a Braspol, entidade de intercâmbio entre o Brasil e a Polônia, agradeceu o empenho da Diocese de Ponta Grossa em trazer as relíquias para Irati. “Um grande presente, especialmente, neste ano quando a comunidade polonesa comemora 150 anos no Paraná. O polonês é um povo extremamente religioso. Quando vieram, trouxeram o quadro de Nossa Senhora de Czestochowa, a quem recorriam a todos os momentos e acreditam que, graças a ela, venceram, tanto os imigrantes como os que lá ficaram. A luta do povo polonês é pela sua liberdade e por sua liberdade política; e nós, descendentes, temos um grupo que tem por objetivo resgatar, preservar e disseminar as tradições e fazemos muito via a religiosidade, inclusive essa igreja foi edificada pelos poloneses. Esse é o nosso espaço onde temos várias celebrações”, contou.


     O bispo rememorou, então, que a obtenção das relíquias se deu graças a ação de padres da Congregação de Sion e do padre Cristiano Rodrigues, que é de Irati, mas está servindo em Castro. “Muitas pessoas de Castro, em São Paulo, na Polônia fizeram os contatos. Foram três relíquias conseguidas: uma ficou em São Paulo, outra em Castro e esta que foi reservada, com muito carinho, para a São Miguel. Ela estava na capela da casa do bispo, eu que sou devoto e aprendi a amar João Paulo II desde que ficou Papa”.


     O pároco da Paróquia São Miguel Arcanjo, padre Sandro Brandt, informou que ainda não foi definida uma programação para a exposição e veneração da relíquia, citando que ainda será preciso resolver algumas questões estruturais da igreja, o que será feito junto a um arquiteto, e, que, por enquanto, a relíquia ficará guardada na capela do Santíssimo.


 


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Dom Sergio com a relíquia de São João Paulo II   |   Pascom Paróquia São Miguel

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O documento que confere a autenticidade do despojo foi lido   |   Pascom Paróqua São Miguel

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Os fios estavam em uma teca metálica   |   Pascom Paóquia São Miguel

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Crianças vestidas com trajes típicos da Polônia foi um diferencial   |   Pascom Paróquia São Miguel

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Um coral da comunidade polonesa cantou a música preferida do Papa   |   Pascom Paróquia Sâo Miguel

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Padres Sandro e Hélio Guimarães, diáconos Hilário Lewandowski, Natalino Mascarello e Renato Marochi concelebraram   |   Pascom Paróquia São Miguel

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Nelsi agradeceu Dom Sergio pela relíquia   |   Pascom Paróquia São Miguel


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