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Publicado em: 03/11/2021

Finados: dia de recordar a ressurreição

Cemitério Jardim Paraíso teve missa, confissão e escuta

 
O Cemitério Parque Jardim Paraíso esteve aberto das 8 às horas O Cemitério Parque Jardim Paraíso esteve aberto das 8 às horas | Crédito: AssCom Diocese de Ponta Grossa

Neste dia de Finados, quem passou pelo Cemitério Parque Jardim Paraíso pode acompanhar missa pela alma dos falecidos às 10 horas e às 15 horas. O bispo Dom Sergio Arthur Braschi celebrou a Santa Eucaristia pela manhã, em um momento que, tradicionalmente, reúne muitas pessoas. A Diocese de Ponta Grossa ofereceu ainda, durante todo o dia, atendimento de confissão e missão de escuta e evangelização, com cerca de 50 missionários da Comunidade Católica Shalom e religiosas da Congregação Carmelitas Servas da Misericórdia de Sião.


     Dom Sergio comentou que o Dia de Finados lembra os nossos fiéis defuntos, nossos antepassados, as pessoas que faleceram. “É costume da piedade popular brasileira visitar os cemitérios, levarmos nossas flores e, sobretudo, nossa oração. Neste tempo de pandemia, isso se reveste de um sentido todo especial: rezar por todos os que nos deixaram - mais de 600 mil no Brasil - por essa triste pandemia. Mas, é também o dia de recordarmos o ‘além’, isto é, a ressurreição da carne. Nós cristãos, católicos, professamos a fé que, assim como Jesus morreu, foi sepultado e ressuscitou dos mortos, Ele prometeu que nós, todo o ser humano, haverá de ressuscitar para uma vida que não terá fim. Por isso, visitamos com amor e saudade os nossos falecidos, acendemos vela, mas nós professamos a fé na ressurreição”, enfatizou o bispo, explicando que acender velas e levar flores simboliza amor. “O grande amor manifestado pelas flores, pelo cuidado com a recordação de nossos falecidos e a fé”. 


     O bispo fez questão de ressaltar que, desde o dia 1º até o dia 8 deste mês, podemos lucrar uma indulgência plenária por um falecido. “Ou seja, a comutação ou perdão de todas penas devidas aos pecados feitos em vida. Cada dia, podemos salvar uma alma do purgatório. Só deixando claro que os pecados foram absolvidos com a confissão, ou pelas obras de caridade praticadas na vida, mas ficaram as penas que temos que pagar de alguma maneira, ou em vida ou depois da morte, no purgatório, que é o que nos diz a Igreja Católica”, explicou. Dom Sergio citou que, a cada dia, indo a uma igreja ou ao cemitério, rezando o Creio, um Pai Nosso e uma oração pelo Papa Francisco libertamos uma alma do purgatório. “Podemos oferecer por alguém conhecido, um familiar e, se ele já estiver junto de Deus no céu, servirá para outra pessoa. É uma grande riqueza que a Igreja oferece nesses oito primeiros dias do mês de novembro”.


     Entre as missionárias da Comunidade Católica Shalom estavam Juliane Monteiro e Jaqueline Rodrigues, ambas integrantes do Discipulado. “É um dia muito triste para as pessoas. Elas buscam consolo. Participar de uma missão como essa é doar a vida pelo outro, estar com as pessoas, conversar, ouvir as dores, falar sobre a saudade, trazer um pouco de Deus, da esperança no céu, rezar junto, para que, nesse dia de saudade, lembra-las que não acaba aqui, que existe esse consolo que vem céu”, define Juliane. Para ela, o momento foi algo diferente. “Há muita gente fragilizada. Atualmente, com a pandemia, estamos vivendo um momento muito difícil. E, até hoje, eu via noticia, sabia dos números, mas nunca tinha tido contato com pessoas que perderam familiares pela Covid. Nos deparamos com algumas pessoas hoje, aqui. Minha missão é essa: levar o consolo em Deus para que possam crer na eternidade”.


     Jaqueline Rodrigues contou que a comunidade trabalha com abordagem de pessoa a pessoa. “Nos apresentamos e nos dispomos a rezar com eles pelas almas dos que se foram. Quando a pessoa permite, pegamos o telefone para que se cultive esse contato, não só algo aqui, mas que possamos levá-los a ter a experiência que nós já tivemos com o amor de Deus”, citou, afirmando que o contato já rendeu frutos neste sentido.  “Já aconteceu de abordarmos gente na rua, em um desfile de 15 de setembro, e as pessoas começarem a participar da Comunidade. Hoje, conversei com uma pessoa que, no final da abordagem, pediu para confessar. Fazia 40 anos que não se confessava e queria voltar a comungar. Orientei que fosse até os padres. Falamos de Deus. Somos um sinal Dele. Quem sabe a única fonte a falar de Deus para essa pessoa”, argumentou. 


 


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Publicado em: 03/11/2021

Finados: dia de recordar a ressurreição

Cemitério Jardim Paraíso teve missa, confissão e escuta

 

Neste dia de Finados, quem passou pelo Cemitério Parque Jardim Paraíso pode acompanhar missa pela alma dos falecidos às 10 horas e às 15 horas. O bispo Dom Sergio Arthur Braschi celebrou a Santa Eucaristia pela manhã, em um momento que, tradicionalmente, reúne muitas pessoas. A Diocese de Ponta Grossa ofereceu ainda, durante todo o dia, atendimento de confissão e missão de escuta e evangelização, com cerca de 50 missionários da Comunidade Católica Shalom e religiosas da Congregação Carmelitas Servas da Misericórdia de Sião.


     Dom Sergio comentou que o Dia de Finados lembra os nossos fiéis defuntos, nossos antepassados, as pessoas que faleceram. “É costume da piedade popular brasileira visitar os cemitérios, levarmos nossas flores e, sobretudo, nossa oração. Neste tempo de pandemia, isso se reveste de um sentido todo especial: rezar por todos os que nos deixaram - mais de 600 mil no Brasil - por essa triste pandemia. Mas, é também o dia de recordarmos o ‘além’, isto é, a ressurreição da carne. Nós cristãos, católicos, professamos a fé que, assim como Jesus morreu, foi sepultado e ressuscitou dos mortos, Ele prometeu que nós, todo o ser humano, haverá de ressuscitar para uma vida que não terá fim. Por isso, visitamos com amor e saudade os nossos falecidos, acendemos vela, mas nós professamos a fé na ressurreição”, enfatizou o bispo, explicando que acender velas e levar flores simboliza amor. “O grande amor manifestado pelas flores, pelo cuidado com a recordação de nossos falecidos e a fé”. 


     O bispo fez questão de ressaltar que, desde o dia 1º até o dia 8 deste mês, podemos lucrar uma indulgência plenária por um falecido. “Ou seja, a comutação ou perdão de todas penas devidas aos pecados feitos em vida. Cada dia, podemos salvar uma alma do purgatório. Só deixando claro que os pecados foram absolvidos com a confissão, ou pelas obras de caridade praticadas na vida, mas ficaram as penas que temos que pagar de alguma maneira, ou em vida ou depois da morte, no purgatório, que é o que nos diz a Igreja Católica”, explicou. Dom Sergio citou que, a cada dia, indo a uma igreja ou ao cemitério, rezando o Creio, um Pai Nosso e uma oração pelo Papa Francisco libertamos uma alma do purgatório. “Podemos oferecer por alguém conhecido, um familiar e, se ele já estiver junto de Deus no céu, servirá para outra pessoa. É uma grande riqueza que a Igreja oferece nesses oito primeiros dias do mês de novembro”.


     Entre as missionárias da Comunidade Católica Shalom estavam Juliane Monteiro e Jaqueline Rodrigues, ambas integrantes do Discipulado. “É um dia muito triste para as pessoas. Elas buscam consolo. Participar de uma missão como essa é doar a vida pelo outro, estar com as pessoas, conversar, ouvir as dores, falar sobre a saudade, trazer um pouco de Deus, da esperança no céu, rezar junto, para que, nesse dia de saudade, lembra-las que não acaba aqui, que existe esse consolo que vem céu”, define Juliane. Para ela, o momento foi algo diferente. “Há muita gente fragilizada. Atualmente, com a pandemia, estamos vivendo um momento muito difícil. E, até hoje, eu via noticia, sabia dos números, mas nunca tinha tido contato com pessoas que perderam familiares pela Covid. Nos deparamos com algumas pessoas hoje, aqui. Minha missão é essa: levar o consolo em Deus para que possam crer na eternidade”.


     Jaqueline Rodrigues contou que a comunidade trabalha com abordagem de pessoa a pessoa. “Nos apresentamos e nos dispomos a rezar com eles pelas almas dos que se foram. Quando a pessoa permite, pegamos o telefone para que se cultive esse contato, não só algo aqui, mas que possamos levá-los a ter a experiência que nós já tivemos com o amor de Deus”, citou, afirmando que o contato já rendeu frutos neste sentido.  “Já aconteceu de abordarmos gente na rua, em um desfile de 15 de setembro, e as pessoas começarem a participar da Comunidade. Hoje, conversei com uma pessoa que, no final da abordagem, pediu para confessar. Fazia 40 anos que não se confessava e queria voltar a comungar. Orientei que fosse até os padres. Falamos de Deus. Somos um sinal Dele. Quem sabe a única fonte a falar de Deus para essa pessoa”, argumentou. 


 


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