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Publicado em: 01/07/2022

Ministério: batizados, convictos na fé, para melhor servir à Igreja

Muito mais que honraria, instituição simboliza comprometimento

 
Débora: precisamos de homens e mulheres convictos da sua fé, para que possam melhor servir a Igreja. Débora: precisamos de homens e mulheres convictos da sua fé, para que possam melhor servir a Igreja. | Crédito: Abel Rosa

     A oficialização do ministério do catequista, promulgada de iniciativa própria pelo Papa Francisco, é um presente. Significa que, a partir de agora, as dioceses são chamadas a pensar a formação desses ministros. “Temos catequistas e vamos continuar tendo, mas, agora, com a preocupação de formá-los de uma maneira séria, intensa, para que possam estar aptos para o trabalho. A oficialização por parte do Vaticano representa que nós, catequistas, não agimos por conta própria. É a Igreja que diz, enquanto comunidade de fé, que existem homens e mulheres, dentre os seus membros, que assumem, em nome da comunidade eclesial, a missão de educar na fé aqueles que lhes são confiados”, explica a coordenadora da Pastoral Animação Bíblico-Catequética do Regional Sul 2, Débora Pupo.


     De acordo com Débora, a instituição tem de ser organizada pelas paróquias. “Não adianta impor projetos e iniciativas. As paróquias precisam olhar para seus catequistas e cuidar da formação, em vista desse compromisso. Agora, tomamos uma configuração bem mais séria com relação ao trabalho da Catequese. Um olhar mais atento para as necessidades dos catequistas. Ao Papa coube a oficialização, às conferências episcopais coube estabelecer as orientações, e, na orientação publicada em dezembro do ano passado, se destaca isso: que a organização desse processo cabe aos párocos. A escolha dos ministros catequistas precisa ocorrer com o diálogo com a equipe de coordenação. Chamar catequistas que se sentem aptos a assumir esse compromisso com mais intensidade”, acrescentou, adiantando que, no processo formativo, a figura do pároco será indispensável. “Vão ser precisos recursos humanos e financeiros para que se possa bem preparar esses catequistas”.


     Segundo a coordenadora, a formação deve vir com uma maior ênfase. “O esquema proposto pela CNBB e pela Comissão Nacional de Animação Bíblico- Catequética, pelo menos aqui no Paraná, principalmente na Diocese de Ponta Grossa, que eu acompanho mais de perto, já é feito. A grande mudança será esse olhar mais atento e um compromisso maior por parte do catequista. O ministério em si, ser instituído, pode parecer algo grandioso, mas ele traz um compromisso muito sério. O catequista precisa ser orientado que, se ele quer assumir essa missão, precisa passar por um itinerário formativo”, ressaltou. Ano passado, Débora trabalhou o tema em Curitiba com os catequistas das coordenações diocesanas e paroquiais, mas Ponta Grossa foi a primeira diocese em que participou de uma reunião com o clero, falando da instituição ministério do catequista.


     “Quem me conhece sabe que eu defendo muito o papel do leigo. Mas, admito que o laicato conta muito com a colaboração do clero. Precisamos conscientizar o sacerdote que não é um modismo, uma invenção da cabeça de alguém, mas um pedido de olhar atento sobre a realidade da Catequese. Não se trata de cobrar ou exigir algo além do normal, mas pedir atenção especial. Na Catequese, o olhar aproximado do padre responsável pela comunidade faz toda a diferença. Necessitamos refletir sobre a importância do ministério e do serviço da Catequese na comunidade eclesial”, concluiu a coordenadora do Regional Sul 2.


 


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Publicado em: 01/07/2022

Ministério: batizados, convictos na fé, para melhor servir à Igreja

Muito mais que honraria, instituição simboliza comprometimento

 

     A oficialização do ministério do catequista, promulgada de iniciativa própria pelo Papa Francisco, é um presente. Significa que, a partir de agora, as dioceses são chamadas a pensar a formação desses ministros. “Temos catequistas e vamos continuar tendo, mas, agora, com a preocupação de formá-los de uma maneira séria, intensa, para que possam estar aptos para o trabalho. A oficialização por parte do Vaticano representa que nós, catequistas, não agimos por conta própria. É a Igreja que diz, enquanto comunidade de fé, que existem homens e mulheres, dentre os seus membros, que assumem, em nome da comunidade eclesial, a missão de educar na fé aqueles que lhes são confiados”, explica a coordenadora da Pastoral Animação Bíblico-Catequética do Regional Sul 2, Débora Pupo.


     De acordo com Débora, a instituição tem de ser organizada pelas paróquias. “Não adianta impor projetos e iniciativas. As paróquias precisam olhar para seus catequistas e cuidar da formação, em vista desse compromisso. Agora, tomamos uma configuração bem mais séria com relação ao trabalho da Catequese. Um olhar mais atento para as necessidades dos catequistas. Ao Papa coube a oficialização, às conferências episcopais coube estabelecer as orientações, e, na orientação publicada em dezembro do ano passado, se destaca isso: que a organização desse processo cabe aos párocos. A escolha dos ministros catequistas precisa ocorrer com o diálogo com a equipe de coordenação. Chamar catequistas que se sentem aptos a assumir esse compromisso com mais intensidade”, acrescentou, adiantando que, no processo formativo, a figura do pároco será indispensável. “Vão ser precisos recursos humanos e financeiros para que se possa bem preparar esses catequistas”.


     Segundo a coordenadora, a formação deve vir com uma maior ênfase. “O esquema proposto pela CNBB e pela Comissão Nacional de Animação Bíblico- Catequética, pelo menos aqui no Paraná, principalmente na Diocese de Ponta Grossa, que eu acompanho mais de perto, já é feito. A grande mudança será esse olhar mais atento e um compromisso maior por parte do catequista. O ministério em si, ser instituído, pode parecer algo grandioso, mas ele traz um compromisso muito sério. O catequista precisa ser orientado que, se ele quer assumir essa missão, precisa passar por um itinerário formativo”, ressaltou. Ano passado, Débora trabalhou o tema em Curitiba com os catequistas das coordenações diocesanas e paroquiais, mas Ponta Grossa foi a primeira diocese em que participou de uma reunião com o clero, falando da instituição ministério do catequista.


     “Quem me conhece sabe que eu defendo muito o papel do leigo. Mas, admito que o laicato conta muito com a colaboração do clero. Precisamos conscientizar o sacerdote que não é um modismo, uma invenção da cabeça de alguém, mas um pedido de olhar atento sobre a realidade da Catequese. Não se trata de cobrar ou exigir algo além do normal, mas pedir atenção especial. Na Catequese, o olhar aproximado do padre responsável pela comunidade faz toda a diferença. Necessitamos refletir sobre a importância do ministério e do serviço da Catequese na comunidade eclesial”, concluiu a coordenadora do Regional Sul 2.


 


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Débora: precisamos de homens e mulheres convictos da sua fé, para que possam melhor servir a Igreja.   |   Abel Rosa


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